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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

Complexo - Conjunto de coisas, circunstâncias ou atos ligados ou relacionados entre si.

Falo da dinâmica que alimenta o ego e a persona, as necessidades infantis, da que repete o trauma e o revisita, para que o complexo se resolva.”

Será que conseguirei algum dia resolver o meu complexo? Pergunto-me sinceramente.

Os sonhos recorrentes com pessoas específicas apontam na direcção deste mesmo problema, deste complexo que ficou e não consegui irradicar completamente. Diminuiu, mas ainda faz mossa. Misturei tudo e tenho de aprender a separar. Talvez seja essa a minha missão, a batalha que estava guardada para eu conseguir e libertar. Não é só o desafio de um novo país, uma nova língua, uma nova cultura. Este era um desafio que sabia que teria de enfrentar portanto, hora de arregaçar as mangas. Já sei que o caminho pode ser árduo mas há de facto luz, muita luz numa manhã soalheira depois da tempestade.

Não sei se serei capaz, muito menos sei qual o caminho a tomar para resolver o meu complexo. Mas como a Isabel bem escreve “ A única coisa que lhe interessa é alimentar-se.satisfeito o monstro, é lidar com a frustração. E rapidamente voltar às rotinas que nos mantêm do lado certo a força. As que nos conectam.”
 

E disse-lhe

"Everything we do and say, consciently, unconsciently or subconsciently is what we are and what we want. sometimes we don´t recognize it but we do it anyways. sometimes we think we are wrong because we Learned with others the "right thing to do". discovering ourselves, that journey you are starting is the process of understanding that the right thing for you, the thing you´ve always wanted you were already persuing. one way or another. knowing ourselves is kinda of recognizing a little more what lies beneath our inconscious and subcounscious good or bad, doens´t mather we aknowledge it, that's all."

 

Em jeito de nota

Começou a chover, hoje o primeiro dia de chuva depois de sair de Portugal com temperaturas de 30º e até isto me deixa de bem. Já antes comentei que tudo me sabe tão bem, tudo encaixa de tal modo que fico assustada. Amei a cidade, o seu compasso mais lento, amei os locais onde tenho ficado, amo a leveza e agora, neste dia de chuva percebo que adoro estes dias. A perfeição é possível sim. Que seja para durar.

Ah, a vida

Possivelmente por ter chegado a este novo país, e por ter tanto tempo livre, ontem deu-me para pesar tudo o que já me aconteceu.. a minha vida, os tropeços, as vitórias, os aprendizados. Revi quase tudo e foi impossível não ficar com a sensação de alívio por tudo o que na altura deu errado, ter dado errado. Isto é, se as relações tivessem seguido, se as amizades não tivessem falhado, se tantas outras coisas tivessem dado certo eu não estaria aqui. Algures outras elis de outro espaço-tempo vivem essas experiências mas eu, agora, aqui, só posso dizer que me sinto verdadeiramente completa! Ainda bem que não tive filhos, que não me prendi a nenhum homem, que me apercebi que a vida é minha e que primeiro tenho de pensar em realizar-me. Ainda bem que, apesar dos pesares, sempre soube esperar por alguém que valha a pena e não contentar-me com relações mornas ou a acomodar-me a ser a segunda escolha. ainda bem que escolhi esta rota.

Quanto à matéria do DN (here we go)

 “Racismo é um sistema estrutural de opressão institucionalizado, essa conversa não é sobre sentimentos e sim sobre discriminação premeditada, limitação forçada de oportunidades, perpetuação de crenças e falácias, hipersexualização da pessoa negra ou afro descendente e não brancas em geral e silenciamento colectivo das pautas anti-racistas.” – Mel Gamboa

Vamos ver se entendemos uma coisa. Vocês acreditam mesmo que ao escreverem comentários como “agora os pretinhos até brincam com os brancos no recreio da escola” é argumento válido para confirmar a inexistência de racismo estrutural no país? De verdade que é esta a capacidade argumentativa do belo do português? Estamos neste nível?
E quando dizem “ah mas em angola também fui vítima de racismo” sendo que o simples facto de se ter dirigido para angola para ocupar cargos infinitamente melhores do que aqueles que a população ocupa e ganhando mais, ou seja, uma demonstração crua dos benefícios que a sua pele ainda tem nestes países (herança sim do colonialismo) e vem com mimimi de que racismo não existe, ou porque racismo inverso?

Racismo inverso é impossível de existir porque NÃO HÁ, neste espaço – tempo, qualquer realidade em que brancos vêm os seus direitos ameaçados face a outros tons de pele… Isso não existe. Não é porque “ah porque lá os pretos olhavam para mim com raiva" sendo que, volto a dizer, o seu tom de pele permitiu que ele ocupasse lugares que poderiam ter sido ocupados por negros. O Preconceito por si só NÃO É sinónimo de RACISMO. E qualquer pessoa que ainda fiquei a bater os pés tipo criança mimada é somente desonesta intelectualmente (ou ignorante, muito ignorante).


Há 3 dias que penso nisto...

E não gosto das conclusões a que chego. Pior é pensar que em Portugal ainda mal se tem conhecimento de que a manipulação da meteorologia é possível e ocorre há alguns anos já, quanto mais questões ainda mais profundas. Está tudo contente com mais um campeonato que o Benfica vai ganhar e a maioria nem sabe ou ouviu falar em fracturamento Hidraulico (FRACKING). Chega a ser aterrador aperceber-me que vivo numa sociedade tão alheia a tudo o que realmente interessa!

A única coisa que me ocorre questionar sobre as vacinas

Se as crianças que não são vacinadas são aquelas que tem uma alergia à dita vacina (não me cinjo a Portugal mas à Europa onde os casos aumentaram), e se o numero de pessoas com a alergia está a aumentar, não seria interessante entender que correlação é esta entre o aumento das alergias e a composição das vacinas? Será que a composição das vacinas mudou ou será que somos nós, os humanos, que estamos a mudar por alguma razão?