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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

Não digo

Não gosto de nada do que escrevo... A coisa anda a correr bem, pronto, a escrita piora significativamente! Faltam-me as palavras...

Oh well...

Da felicidade e dos que se acomodam quando não a têm!

Por vários momentos já me sentei a ponderar seriamente na veracidade de tudo o que tenho vindo a sentir na minha vida! Da felicidade constante que tem surgido com coisas tão banais, da sensação de liberdade e leveza, no fundo de paz que me tem acompanhado ser uma certeza, do fim da maior parte das mágoas que levava no coração ser algo real e não somente um estado de negação!

Talvez por já ter passado por tanta coisa negativa, tenha medo que algo de bom seja obrigatoriamente seguido de uma tragédia. Sim, é mesmo isso, aprendi que a vida não deixa ninguém assim tão feliz durante muito tempo.

Mas é também com muita alegria que constato que não, não é negação nem o querer provar nada a ninguém aquilo que tenho sentido ultimamente! É real, está sempre presente como para me lembrar que apesar de tudo há sempre um sol a brilhar.

Sou humana, e como tal, não poderia deixar de querer bem mais do que tenho, faz parte, afinal o ser humano é ambicioso por natureza, quer sempre mais.

Com tudo isto, fico a pensar naqueles cuja vida é um deixa andar. Daquelas pessoas que vão deixando a vida passar sem realmente aproveitarem e realizarem aquilo que as faz feliz. Aquele tipo de pessoas que se acomodam. Não consigo perceber como será possivel alguém não dar a mínima, não lutar pela sua felicidade nos seus vários aspectos. Como quem se acomoda a alguém só porque acredita não encontrar nada melhor. Ou aquelas pessoas que acham realmente que o estar acomodada é o ideal, não causa chatices, nem incómodos, nem alaridos, até que um dia acordam e têm 75 anos de vida literalmente desperdiçada.

Poderá ser uma ideia fantasiada, a de lutar pelos nossos sonhos, de acreditar que a nossa vida pode ser bem melhor (desde que queiramos realmente) mas é aquilo em que acredito. Agrada-me bastante a ideia de viver intensamente um momento, mesmo que não passe disso mesmo, e nunca mais o volte a sentir. Foi exactamente essa habilidade de aprender a aproveitar o que tinha que me fez apaixonar no passado, o cometer loucuras (sempre com limites). Apesar de por vezes irritar-me, o “seize the moment” é algo que aqui e ali irá apimentar a vida de cada um. É também o não saber gerir isso mesmo que me deitou abaixo por alguns momentos. O medo de magoar, de sair magoada!

Mas é como aprendi a reconhecer, eu cá prefiro 10m de loucura a 1 vida de monotonia! Apavora-me a ideia de envelhecer e não ter aproveitado os meus anos de mocidade para cometer as maluqueiras, erros e que tais.

E o resto, bem, o resto esquece-se, deixa de doer. Aquilo que não vale a pena ficar no coração simplesmente não fica!

guilty pleasures of mine!

Ok, não é muito bonito de afirmar, mas eu costumo ver dois programas de televisão que, apesar de saber serem maus, daqueles que nem se percebe realmente a razão da sua existência, mas vejo e entretêm-me.

São eles " Say yes to the dress" e qualquer outro com as Kardashian! Sem qualquer razão maior, vejo e pronto.

Fazer o quê, coisas inexplicáveis!

Mas em contra-partida, umas loucas 24h

A começar com a saída das moças à noite... Borgaaaa!

Sexta de manhã. Levantar, preparar-me (barely), começar a fazer o necessário para os convidados. Chuva, começar a fazer o fogo debaixo da mesma (tarefa árdua, mas conseguida). Acho que inalei o fumo correspondete a 1kg de carvão. Chegam os primeiros convidados. Muita conversa, muita dança, muitos risos (tinha que ser não é) durante toda a tarde.

Com as amizades mais chegadas e outras acabadas de conhecer, como poderia eu saber que iria correr tão bem?

Não sabia, aliás ninguém sabia, mas a verdade é que às 21h quando a última pessoa saiu a única certeza (para além de que tinhamos exagerado nos copos) era da necessidade de repetir.

Bom, muito bom mesmo...

...

Não, não fui de férias, ou para a terrinha com muita pena minha.

Este ano, ao contrário da maior parte dos anteriores passo a páscoa mesmo por casa, o que me deixa tristinha porque páscoa por Lisboa é simplesmente inexistente. Aqui não há tradição então decretei que ficaria sem páscoa este ano.

Too Bad!

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