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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

...

Ontem recebi uma chamada... Bem, foi mais uma mensagem.

Gostei de a ter lido, principalmente porque apercebi-me rapidamente que a minha ida a Lisboa tinha sido em vão (Tirar o passaporte ficará para depois).

Convite para jantar feito, por mim aceite.

Enquanto esperava, e para rentabilizar o meu tempo, resolvi passar nas lojas para procurar o vestido necessário para o casório no final deste mês. E contentamento dos contentamentos, arranjei um nos saldos por 12€... Sim, a módica quantia de 12€! Fora os sapatos que também já lá andei a namorar, fiquei despachada desse departamento chatinho que todas estas cerimónias envolvem.

Chegada a hora do jantar, uma tasquinha portuguesa e muito confortável, com um atendimento atencioso, fantabulástico mesmo, comer petiscos divinais, daqueles caseirinhos, um mimo. Só pequei por não reparar no nome do local, mas sem dúvida que irei lá voltar.

E a quantidade de gente gira (ui).

Com tudo isto, a verdade é que a minha ida a Lisboa (centro) não poderia ter sido melhor... Nada planeado e correu tão bem. Um fim de tarde como eu gosto, portanto.

Nem ia falar sobre este assunto, mas ...

Acho que é a primeira vez que olho para um caso deste e não vejo nem necessidade de especular sobre o assunto.

Se o moço estava drogado ou não, bêbado, etc, é irrelevante.

De certeza qualquer pessoa que conduzisse um audizito daqueles também gostaria era de andar um pouco mais rápido do que o permitido por lei (vá uns 160, 180 km/h). Tendo em atenção ao carrito em questão, nem iríamos dar conta caso se chegue aos 200km/h. Ele teve foi muito azar caso o tal pneu tenha mesmo rebentado.

Só é de condenar mesmo a não utilização do cinto... Para mim uma atitude automática, faço-o antes de sequer ligar o carro...

Mas pronto, há quem goste de brincar com a vida e depois olha, um dia a vida encarrega-se de chamar  para prestar contas.

Chama-se responsabilidade, e agora é arca com as consequências de um acto até imaturo!

 

Agora siga lá com essa notícia que também há milhares de crianças a morrer neste momento (essas sim, sem qualquer culpa), e nem por isso têm um seguimento constante nas notícias.

Ah...

A mummy teve uma notícia óptima na tarde de ontem. Tão boa que fiquei trsite por não poder partilhar o momento fisicamente com ela. Mas fiquei feliz, muito feliz porque finalmente, algo corre bem, mesmo bem!

Trabalho

Estou cansada, mas cansada como já não ficava há muito tempo!

Chegar ao Porto, instalarmo-nos no hotel e ir dar uma volta para espairecer antes do stress que sabíamos vir a caminho foi sensato. Tirou-se fotos, rimo-nos e relaxámos ligeiramente. Mas a partir de 3ª feira, que eu e a minha colega pura e simplesmente não parámos. Fazer de baby-sitter a pessoas com idade de ser meus avós é cansativo. Mais as horas de viagem, mais o enervante que foi de não aguentar a falta de organização da nossa chefia, fez com que tomássemos as rédeas e fizéssemos um trabalho excelente (tendo em atenção os meios disponíveis para tal). No fim tivemos uma ovação extraordinária (a qual  não vimos, pois estávamos a TRABALHAR), e ver o reconhecimento soube mesmo bem. No fim apercebemo-nos de que, apesar de ter sido uma semana num "curso" intensivo de o "que não fazer nestes casos", valeu bem a pena e tudo acabou em bem... Feliz... Cansadíssima, mas extremamente contente com o meu trabalho.

 

De salientar que as gentes de Bragança foram do mais atencioso e simpático que há!

Recebi 3 miminhos DIVINAIS em horas de quase desespero.Coisas boas arranjadas quando já não havia mais, e tudo a meio de trabalho exaustivo.

O primeiro foi uma tarde maravilhosa de amêndoa, cujo dono do restaurante foi buscar  propositadamente ao restaurante para mim, e trouxe para o local do evento. Até fiquei sem palavras.

O segundo mimo (o que mais me comoveu) foi o menino do hotel ter trazido 2 croissants para o noss quarto, devidamente acompanhados dos doces favoritos e manteiguinha, depois de nos ouvir falar sobre como tinhamos fome (não tinhamos sequer conseguido almoçar direito) e como os croissants de lá são "just perfects" (nem muito folhados, nem muito massudos, a sério, divinal). A minha colega ao abrir a porta do quarto do hotel, e a agradecer, fez com que eu desse um pequeno berro tal era a surpresa (maravilhosa) que tive.. Soube-me melhor do que possa descrever.
Por fim, o 3º miminho foi durante o jantar, com as cerejas delíciosas que desapareceram em 5minutos, mas que um dos empregados nos conseguiu arranjar. Num prato pequeno cheio delas, foi bom, mas bom... É o que dá ser simpática para as pessoas.. hehe.

Coisas óptimas portanto...

 

Ice Cold

Como já está implícito nos posts anteriores, tive (mais) um encontro durante a semana. Nada de novo, encontros perfeitos que só pecam por ter que ter um fim. Contudo, no meio de tanta brincadeira, surgiu uma conversa. Conversa esta que me despertou o interesse (joga com a natureza humana, que adoro tentar conhecer mais um pouco, mas que nada sei). Porque é que insistimos em ser frios e distantes para com os outros?!

Durante toda a minha vida sempre fui apelidada de fria, distante, até má - por quem não me conhecia, claro.

Durante infância e meados da adolescência não queria nem saber, faz parte da personalidade, era assim e eu sabia dos meus motivos. O problema surgiu quando começaram os primeiros contactos com o sexo oposto (relações amorosas?!). Por N-A-D-A do mundo eu me dispunha a dar mais do que achava necessário (muito, muito pouco mesmo). Até durante a primeira tentativa de namoro agia de forma bastante distante, para não me envolver demasiado. Não conseguia evitar, era como que um medo enorme de amar!

Até que tudo mudou, houve aquela pessoa que "me ensinou" a mudar, a ser mais solta, a dar-me um pouco mais. E a verdade é que eu precisava de me soltar, de sentir sem medo... E isto tudo porque durante a tal conversa tida, ouvi-o dizer que era demasiado frio, enquanto olhava para mim incrédulo quando eu lhe respondia "sei bem o que isso é". Ele achava que não, que só ele era assim, que sempre foi e que achava que nunca iria mudar. Calei-me, deixei que ele pensa-se em tudo isso, entrei no meu mundinho, enquanto na minha cabeça regressavam as memórias dos tempos acima descritos.

Qual o real problema em nos entregarmos? Em ser um pouco mais carinhosos, calorosos? É dificil mudar pequenas acções que sempre estiveram lá, o receio é sempre presente... Mas vale a pena.

Pelo menos eu acredito que sim, "que a vida só se dá, a quem se deu"!

 

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