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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

Porque há chapéus que sabemos que a intenção é servir a diferentes cabeças...

Aqui há uns meses falei sem conhecimento de causa. Um comentário sem maldade, até porque é o que acontece quando estamos numa maré de felicidade, acha-se tudo lindo e maravilhoso e fácil e rosinha, etc..

A resposta bastou-me para perceber que cada um sabe de si, da sua própria vida e das suas dores e alegrias. Que os problemas dos outros a mim não me doem. Foi uma das muitas lições que aprendi, apreendi. Não voltei a meter o bedelho onde não sou chamada, quando realmente não sei de nada. Ao contrário de outras histórias lamentáveis e infinitamente menos importantes, há coisas que ainda me marcam até aos dias de hoje pois sou obrigada a enfrentá-las todos os dias!
Agora evoco essa mesma resposta que li. Quando não se sabe de nada, não se comenta sobre nada, por muito experiente que se seja!

A minha jornada começou...

Estranho ouvir outra pessoa dizer que, após tudo o que já aconteceu, é de exaltar a minha força de vontade, o meu autocontrolo. Ouvir que é preciso ser extraordinariamente forte, psicologicamente falando, para manter-me no trilho e não perder completamente o norte, não é de facto para qualquer um. Sentir que consegui emocionar a outra pessoa demonstrou-me que, de facto, já não poderia ser forte por muito mais tempo. Que as minhas dores são válidas e que não são sinónimo de fraqueza. Que a história de ter sido forte por demasiado tempo não é uma frase feita, de facto aplica-se. Bastou uma conversa sincera para perceber atitudes. Verdade que me irritaram certas coisas que ouvi, de tão óbvias, mas necessitava ouvi-las.

Remexer no passado custa, afinal eram questões que já tinha enterrado à vários e vários anos. A única diferença é que desta vez, valerá a pena, tem de valer a pena!

A ver como acaba...

Meu país - Valete

Embora não seja muito dada a este rapper, sempre o achei muito bom com a escrita e rimas. Mesmo não apreciando hip hop, ficar indiferente ao seu jogo de palavras é difícil. E hoje, senti-me especialmente tocada pela nova música... Talvez por parte dela ser a minha actual situação, por rever-me como mais uma "Ana". Ou talvez porque é impossível ficar indiferente a uma frase que me diz tanto - "Sê feliz, mesmo com a cicatriz deste amor a levar-te para a tristeza!". 

Uma música que, com certeza e tendo em conta o actual estado social, poderá tocar muitos mais.

 

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