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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

AAHHH, quase de férias.

De bilhete de comboio comprado, rejubilo por todos os poros ao pensar que mais uma manhã e estou de férias. Ah, coisa mai boa (isso e a certeza de que vamos matar saudades alegram pra caraças os meus dias). A parte má é que tenho mil coisas para fazer que tenho vindo a adiar. Ele é presentes pra embrulhar, é casa para arrumar, é roupa pra passar… tenho exactamente uma noite para fazer tudo isto (a de hoje) já que a de ontem, que deveria ter sido usada para adiantar algumas coisas, foi passada em conversas profundas com a mummy!
Se hoje não o conseguir fazer é que vai ser o bonito.

Funeral de relações

À pala de ouvir a hora do sexo da antena 3 (que acho fenomenal para abrir mentes e fazer pensar) dei de caras com este site. Um site sobre relações enterradas. Entrei por curiosidade e olhei para o pequeno questionário que fazem e detive-me na pergunta “What do you miss the most?”. Durante os 30 segundos que me permiti perder a pensar nisso, nada, absolutamente nada me ocorreu.  Para as outras questões apareceram respostas rapidamente, mas para essa, sinceramente enquanto escrevo este desabafo, continuo sem encontrar. O funeral foi feito lá atrás, no devido tempo.

My christmas tree is MIA

O ano passado com as mudanças de casa e mudanças a nível pessoal não tive tempo (nem vontade) de fazer a árvore lá por casa.
Este ano, vai aqui a croma toda pimpona para montar a dita e não faço a mínima ideia de onde possa estar. Oh sorte...

Quando descobres a pólvora

Let go.
Mas deixa ir de uma forma diferente. Não é largar os teus sonhos, porque não estão a correr como querias. Não desistas deles, desiste sim da forma como os tens encarado até aqui. Larga o medo que te corrompe a cada vez que pensas nas falhas que poderão ocorrer, da dor que poderá advir do “se”.
Deves largar o teu conceito do que os outros irão pensar de ti. No fundo tudo, absolutamente tudo o que fazes recai no que os outros irão pensar. Volta-te para dentro, pensa no que tu irás pensar.  E não, não o fazes ainda. Pensa bem. Avalia bem. Pára, respira e começa a testar-te. Quantas vezes te preocupas em não ir pela direita porque se fores pela direita saberás que vais ser julgada? Quantas vezes te apoias no teu medo para justificar uma acção que apenas irá corresponder à ideia que tu achas que os outros poderão vir a fazer de ti. Geralmente termina em ires pela esquerda, como todos os outros, porque és tão recta, tão fenomenal terás de corresponder a concepções alheias.
É só quando, realmente, te apercebes que a visão que os outros têm de ti não define aquilo que tu és, que te soltas e a concepção de realidade ganha todo um novo sentido.

Experimenta, deixar ir concepções, medos e preconceitos que tu criaste na tua própria vida, para a tua própria vida e verás que tudo fluirá de forma bem mais natural.

Let go.

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