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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

Bate, bate, bate nas portinhas do céu

A cada vez que eu me ponho a pensar no último fim de semana surge um sorriso no meu rosto. Na sexta, ao entrar no autocarro, eu sabia que iria ser bom mas bolas… Foi tão melhor do que poderia ter imaginado.
Ao chegar, os 3 homens foram-me buscar, toca de cumprimentar de forma especial com prenda para começar bem a noite. Seguimos para cumprimentar a tia e jantar. Cumprimentar os segundos tios, preparar a caminha para os rapazes e seguir para os copos. Foi só rir principalmente por ver que o estado em que o T. se pôs. Como se não bastasse, ainda andou a martelar na cabeça de um dos putos que estava no bar (se a gaja quiser fazer um ménage, tu aceita, aproveita enquanto és novo)! Ouvir Pearl Jam, como não poderia deixar de ser, ficar na conversa até às 4h00 e seguir para casa para podermos descansar para a Boda.
Sábado 22, toca de acordar às 8h30 e ficar na paleta com a tia, preparar-me com o máximo de stress possível, despedir-me do T. Seguirmos caminho para a igreja, aperceber-me da péssima escolha para sapatos que eu fiz, graças a deus as botas que tinha como plano B. A emoção que tomou conta de nós ao vermos a entrada do noivo enquanto o coro cantava “Fix you”, comprovar que a noiva estava uma beleza que dava gosto, o momento de troca de olhares durante a sua entrada foi magnífico. Utilizar a capa de curso para a primeira surpresa a fazer aos noivos. Amei ver o sorriso com que o noivo estava, acho que nunca o vi tão feliz. O momento das fotografias, em que o grupo da desgraça teve de ser chamado pela noiva porque nenhum tinha percebido que já estava na hora. Ficará marcado na minha mente o momento de cortar o bolo, quando começou a chover a sério e tornou o momento fenomenal, ali acreditei que aqueles dois estavam, de facto, a ser abençoados.
Ficar a dançar e a cantar com os noivos até fecharmos o salão, perceber o quanto eles estavam apaixonados, ver o noivo a chorar pela segunda vez de emoção, ter o privilégio de testemunhar a quantidade de amor que se sentia naquela sala.
Voltar para casa às 5h00 da manhã, ficar na conversa até às 7h30. Preparar as tralhas, almoçar uma pizza enquanto se faziam planos para uma próxima reunião. Despedir-me e rumar a casa.
Poderia deixar mais detalhes mas estes bastam para me recordar de um dos melhores fins-de-semana que eu tive em 2016. Regressei de coração cheio e com uma prenda, assim vale a pena.

Deve ser este, o significado de bênção

Tenho de me lembrar mais vezes das pessoas, aliás, das pérolas que tenho à minha volta. Das pessoas especiais que me rodeiam e que me lembram o significado de amar. Pessoas que, ao contrário do que pensava, ao invés de um “eu bem te avisei” ajudaram-me e ampararam a queda, acalmaram-me e apoiaram-me. Apenas me recordaram as coisas que eu já sei, são águas passadas e, acima de tudo, que há pessoas cuja própria conduta será a sua queda.. e cairão sozinhas.
E agradeço, agradeço do fundo do coração por eu ter a sorte, não só de tê-las por perto mas, principalmente, por serem pessoas iluminadas, boas e justas no seu âmago.
E como o meu primeiro instinto gritou, tenho é de regozijar-me por, uma vez mais, ter sido levada a perceber a verdade do que me rodeava.

O agressivo Santo António

Não era suposto mas aconteceu. Tive o pressentimento à tarde e no final do dia confirmei. Foi mesmo uma noite inesquecível.
Bebi poncha (mas digna de ser chamada desse nome), fiz figuras tristes, dancei e cantei pimbalhada como tanto gosto. Divertimo-nos a sério. Apagar completamente, acordar para fazer o trajecto até casa, estender-me na cama enquanto pensava “finalmente”, apagar e a luz e… Pensava eu que só iria acordar no dia seguinte, pois claro. O estado foi tão agressivo que tive um ataque de sonambulismo! O que me ri (talvez para nao chorar), o que nos rimos com esta história, é que ser obrigada a correr pela minha rua em trajes menores tem muito que se lhe diga..
Não sei se para o ano há mais, só sei que igual a este jamais. Noite muito agressiva (e boua, mesmo boua).

Km. de felicidade

Portimao de fugida, jantar em Alvor, passeio por Lagos, também por Sagres e ainda deu para umas horas de Praia na Zambujeira. Conhecer gentes novas, fazer misturas inapropriadas, ter uma ressaca de caixão a cova, comer gelados maravilhosos e ainda dar um passeio de barco que faz as delícias de qualquer um.
Uma verdadeira escapadela bem aproveitada, um desejo de repetir...
Ainda sobrou tempo para jantar de gajas regado a sangria de espumante e muralhas, o que fez com que a palhaçada se alongasse até às 2h00 da manhã. Com parabenização às pressas e selfie digital incluída.
Um fim de semana daqueles que fazem valer bem a pena.

Dias diferentes

Foi bom ter a sua visita e poder passear por aí e esquecer o trabalho um bocado. Ter refeiçoes mega agradáveis, ver um lindo por so sol e aina ficar com as costas e pescoço um mimo, depois de todos os nódulos que facilmente crio terem sido aniquilados.
Apesar das poucas horas de sono serão momentos a repetir.

Dos melhores sentimentos do mundo

É perder horas de sono a meio da semana e perceber que há amizades que continuam verdadeiras, intactas se não ainda mais reforçadas. Perceber que tal como as plantas que nascem na direcção do sol, crescemos na mesma direcção,  com os mesmos valores. Perceber que somos amigas, daquela amizade sincera carregada do verdadeiro amor.