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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

E disse-lhe

"Everything we do and say, consciently, unconsciently or subconsciently is what we are and what we want. sometimes we don´t recognize it but we do it anyways. sometimes we think we are wrong because we Learned with others the "right thing to do". discovering ourselves, that journey you are starting is the process of understanding that the right thing for you, the thing you´ve always wanted you were already persuing. one way or another. knowing ourselves is kinda of recognizing a little more what lies beneath our inconscious and subcounscious good or bad, doens´t mather we aknowledge it, that's all."

 

Tempo de antena a quem não merece mas continua a insistir!

Ainda estou para perceber se é defeito ou feitio mas sei separar o trigo do joio. Apesar dos pesares, quis o destino que eu me desenvolve-se e tornasse num ser humano equilibrado. Por exemplo, apesar do meu ódio de estimação, reconheço e digo a várias pessoas que o meu padrasto é uma pessoa afável. Facto, é muito simpático e agradável de ter por perto, quando o assunto é conviver. Quando devemos reconhecer, há que saber reconhecer a verdade.
Tenho dito a quem comenta que compre o livro que tu escreveste, porque sei que as tuas enormes falhas de carácter e desequilíbrio mental não influenciaram o teu dom para a escrita. És bom, é um facto que não poderei negar e a história é interessante. Agora, não confundas essa minha particularidade para achares que a conversa e o pedido de desculpa que ficou para ser tida lá atrás deverá ser tida agora. Não é! Diz que sou teimosa comá putassa, e não é que uma das minhas crenças é achar que as desculpas ou são ditas no momento correcto, ou quando muito atrasadas deixam de fazer qualquer sentido. Não tenho a mínima vontade ou razão para querer perder o meu tempo precioso a falar sobre coisas que já se desenrolaram noutra vida. Pode parecer-te impossível mas cresci, evoluí, não é fantástico?!  Devias fazer o mesmo, a sério tenta e verás que consegues. É que é chato essa tua necessidade de manter contacto com a minha pessoa, embora não seja recíproco. Já disse e repito, não te quero na minha vida, na minha história. És a segunda pessoa que sabe bem o que perde, ao perder a minha amizade. Já há muito me apercebi que amigos como eu não abundam por aí, e se alguém deita a essa felicidade pela janela, deverá arcar com essa escolha, certo!?

E não me interpretes mal, já nem é ódio nem raiva nem nada que se pareça, é mesmo aperceber-me que não me fazes falta! Se é isso que queres ouvir, estás perdoado, já coloquei a nossa história de lado há muito. Podes seguir em frente. Restitui o que falta de bom senso nessa cabeça e tem o mínimo de orgulho para não voltares a fazer figuras tristes que abundam por estes últimos dias. Segue mas com a certeza de que eu fui um dos teus capítulos e que está mais do que encerrado. Boa sorte para a vida, mas esquece-me! Agradecida.

De pé atrás?!

E ela diz-me para não arriscar. Para não saltar que o perigo de uma queda livre é estatelar-me no chão, sem um pára-quedas que me amorteça, sem uma segurança. Ela insiste que não devia, que não é seguro e que devo esperar.. Esperar por algo que valha a pena, mesmo que para mim o significado desta frase seja tão ou mais abstracto que um quadro de Kandinsky. Eu só consigo pensar que, se não tentar, nunca saberei se ela tem razão ou não... E viver com os "se's" é tão ou mais penoso do que viver com um pedaço de nós partido!

Acabadinha de chegar a casa...

De mais um serão com a mummy, desta vez, após uma conversa longa e sincera!

Nunca pensei vir a ser a conselheira sentimental da minha própria mãe, mas a verdade é que hoje, sem querermos foi exactamente isso que aconteceu. Uma conversa levou a outra, e outra, e quando demos conta estava a dar o meu ponto de vista claro das coisas. E que belo dia para isso! Hoje estou muito directa, simples e pragmática. Não estou para rodeios nem nada que se pareça. Estou um dia de preto e branco, e saber distinguir muito bem estes dois.
Só tenho pena de não ter o meu discurso gravado, foi tão bonito e coerente. E cada vez mais descubro que adoro discutir com o meu irmão. Trocar ideias e fazê-lo ver o meu ponto de vista. Foi mesmo muito bom. No final, a minha mãe só me disse que deveria ter ido para a àrea da psicologia... Eu sorri, comentei sobre os preparativos para amanhã e vim embora.

Soube-me mesmo bem esta conversa. Agora, siga caminho...

Serviço público

 

Pensei seriamente se iria escrever este post.

Mas devido à sensação de ter sido enganada, resolvi fazê-lo, assim sempre poderá alguém dar-me ouvidos e livrar-se de pequenas chatices.

Ora bem, o meu singelo conselho para hoje é:

Minha gente, não “usai-de” preservativos HARMONY.

Digamos apenas que são, humm, hanm... Fracos vá! Sim, porque o nome engana e depois da rambóiada poderão ter tudo menos harmonia, já que poderão apanhar sustos menos bons.

E pronto, é isto, sem me querer alongar mais na coisa, digo apenas que anda aqui uma pessoa a querer não correr riscos e se calhar daqui a um par de meses vêem ai os gémeos Bob e a Marley fazer companhia (ao menos os dois pudemos fazer piadas estúpidas sobre a situação).