Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

E disse-lhe

"Everything we do and say, consciently, unconsciently or subconsciently is what we are and what we want. sometimes we don´t recognize it but we do it anyways. sometimes we think we are wrong because we Learned with others the "right thing to do". discovering ourselves, that journey you are starting is the process of understanding that the right thing for you, the thing you´ve always wanted you were already persuing. one way or another. knowing ourselves is kinda of recognizing a little more what lies beneath our inconscious and subcounscious good or bad, doens´t mather we aknowledge it, that's all."

 

...

 

"See, I think drugs have done some good things for us, I really do. And if you don't believe drugs have done good things for us, do me a favor - go home tonight and take all your albums, all your tapes, and all your CDs and burn 'em. Cause you know what? The musicians who've made all that great music that's enhanced your lives throughout the years... rrrrrrrrrrrrreal fucking high on drugs"

"Today a young man on acid realized that all matter is merely energy condensed to a slow vibration. That we are all one consciousness experiencing itself subjectively. There is no such thing as death, life is only a dream, and we are the imagination of ourselves. Here's Tom with the weather"

"It's not a war on drugs, it's a war on personal freedom. Keep that in mind at all times"

Dreaming of that face again
It's bright and blue and shimmering
Grinning wide
And comforting me with it's three warm and wild eyes


On my back and tumbling
Down that hole and back again

Rising up
And wiping the webs and the dew from my withered eye

In... Out... In... Out... In... Out...

A child's rhyme stuck in my head
It said that life is but a dream
I've spent so many years in question
To find I've known this all along


"So good to see you
I've missed you so much
So glad it's over
I've missed you so much

Came out to watch you play
Why are you running?"

Shrouding all the ground around me
Is this holy crow above me
Black as holes within a memory
And blue as our new second sun
I stick my hand into his shadow
To pull the pieces from the sand
Which I attempt to reassemble
To see just who I might have been
I do not recognize the vessel
But the eyes seem so familiar
Like phosphorescent desert buttons
Singing one familiar song...

"So good to see you
I've missed you so much
So glad it's over
I've missed you so much
Came out to watch you play
Why are you running away?"

Prying open my third eye
So good to see you once again
I thought that you were hiding
And you thought that I had run away
Chasing the tail of dogma
I opened my eye and there we were


So good to see you once again
I thought that you were hiding from me
And you thought that I had run away
Chasing a trail of smoke and reason

Do ano de 2016

Cinco coisas a implementar:

  • Mudar hábitos alimentares. Não, não me sinto híper gorda, não me sinto mal com o meu corpo, não quero voltar a ser o pau de virar tripas que sempre fui. Simplesmente quero adoptar um estilo de vida mais saudável nesse campo porque eu como realmente muito açúcar. Quero diminuir a quantidade de carne ingerida, qualquer tipo de carne. Branca ou vermelha.Quero também começar a comer muito mais vegetais. Nos últimos meses a quantidade de fritos que tenho comido tornou-se pornográfica. Acho que estou completamente viciada em batatas fritas. Por fim, quero começar a fazer mais refeições em minha casa. Isto será o mais difícil já que o meu pecado é a preguiça. Ter a mãe a “obrigar-me” a ir lá jantar também não facilita em nada. A ver vamos.
  • Fazer uma das minhas viagens de sonho. Já se sabe, agora que lhe tomei o gosto é aproveitar e desde o final de Agosto que venho a desenvolver com mais vontade a decisão de fazer uma viagem sozinha. O destino está escolhido há muito, falta-me a coragem... E os dias de férias, não é fácil conciliar mas conseguirei.
  • Ter menos medo de dizer aquilo que penso. Aqui refiro-me à capacidade de ter muito poucas conversas de circunstância, para as quais não tenho jeito nem aptidão, e sim focar-me em falar sobre aquilo que realmente me vai na alma, por muito profundo, lunático ou irrelevante que possa parecer.
  • Exercício físico. Não quero matar-me em maratonas (já tive a minha cota-parte de corta-mato na escola), mas já que tenho a possibilidade de usufruir de um ginásio à borla, vou ver se começo a utilizá-lo 2 vezes por semana. De todas as coisas na lista, esta é a que menos me preocupa.

E foi isto que escrevi no final do ano passado. Lembro-me de escrever isto no final de 2015 de forma totalmente desprendida. Lembro-me de pensar que teria e publicar isto para que não me esquecesse de publicar e na hora H sempre havia algo que me fazia esquecer. Deixei ali de lado. Hoje, ao rever as coisas aqui no pc para limpar o que precisa ser limpo, deitar fora o que é lixo, encontrei o texto e sorri. Tirando a parte da utilização do ginásio (a ideia é muito bonita mas depois de 10H de trabalho a ultima coisa que apetece fazer é manter-me no edifício por mais 1h) a lista foi cumprida. Diminuí ligeiramente o consumo de açúcar (é o verdadeiro diabo, qual heroína, qual quê), já ando a limitar o consumo de carnes vermelhas para raramente e carnes brancas só de vez em quando. Deixei de beber leite, nos derivados apenas consumo manteiga (no pão é a melhor coisa do mundo), estou aos poucos a introduzir a utilização de massa/arroz integral e por aí vai. 
A minha viagem de sonho foi feita na Tailândia, sozinha, a fazer o que me desse na telha. A melhor experiência da minha vida, serviu para eu me focar, eu perceber qual a direcção a tomar par a minha vida agora. Foi fenomenal, maravilhoso, mesmo.
Por fim, quanto a dizer o que penso, os últimos 6 meses do ano provaram que é uma maneira de estar. Muitos me chamam agressiva porque não sei amaciar aquilo que digo, sou directa e curta e muitos não aprovam. Mas eu sinto-me melhor assim portanto, é para continuar.
Com isto, vou fazer uma lista para implementar em 2017. A ver se termino o ano a picar tudo o que pude alcançar como agora.

Colocar os pontos nos i's

Passei a maior parte dos 29 sozinha. Isto é, sem nenhum envolvimento amoroso. Não me tinha dado conta de que isto aconteceu por opção até começar a escrever estas palavras. Apesar de muitos à minha volta me questionarem e brincarem sobre eu arranjar alguém, no inicio do ano, e eu responder que sim, que estava para breve, a verdade é que a curto prazo eu sabia que estava melhor sozinha. Eu precisava ficar sozinha! Precisava digerir a informação e todos os acontecimentos dos últimos 3 anos. E sem querer, esta pausa serviu para saborear melhor aquilo que eu tenho de momento. Foi um ano em que me entreguei aos chamados pequenos prazeres… Pequenos que, para mim, são os maiores. Nunca antes me senti tão próxima da família. Talvez a partida dela me tenha impelido a esta posição, talvez seja da maturidade, mas só agora sinto o que é realmente apreciar os meus, enquanto ainda aqui estamos reunidos. E a quantidade de almoços, jantares e ajuntamentos… Insana. A minha agenda bombou como nunca antes, disso não me posso queixar. Foi um ano em que entendi com uma clareza, nunca antes tida, atitudes de terceiros. Onde segredos foram descobertos, onde eu perdoei de coração quem não teve coragem para ser verdadeiro (ou pelo menos, inteiro, só mostrando aquilo que convinha). Foi um ano em que entendi que estou em paz caso o meu destino não seja absolutamente nada daquilo com que sonhei em tempos. Percebi que isto de viver é uma jornada, uma descoberta muito maior do que acordar, pagar contas, arranjar dinheiro e parir. Percebi que toda a minha vida via este processo da forma errada. Estando num emprego “perfeito” para uma grande maioria à minha volta, percebi que o meu futuro não passará por isto. Não sei quanto tempo mais vou-me deixando ficar mas estabeleci um limite. Os 29 ensinaram-me a amar-me, a valorizar-me e, principalmente, a não assentar por algo que não corresponda ao mesmo nível em que me encontro. Ah, também aprendi o significado, o valor, do casamento!

Não sei o que o futuro me reserva, não quero fazer grandes planos onde todo o meu destino está traçado. Apontei apenas numa direcção e tenho a certeza de que é a melhor escolha... E se não for, bem, só tenho de apontar numa direcção diferente sempre que bem entender.

Esta jornada que, acima de tudo, tornou-se num modo de estar

Há um ano cortava com o velho eu. Há um ano decidi que estava na hora de assumir o meu eu. Há um ano não imaginava que uma vontade baseada, primariamente, no cansaço que é lidar com o próprio cabelo me levasse a descobrir um pouco mais de mim. Sem querer, fez-me questionar a minha origem, o porquê de eu ter o meu cabelo como algo tão negativo. Fez-me questionar como os nossos gostos são influenciados e ditados pela sociedade em que nos inserimos e de forma tão subtil. Fez-me perceber que me identifico com todos os negros que não compreendem porque raios não temos mais bonecas negras à venda. Fez-me revirar os olhos a cada vez que vejo um creme desfrisante e porque raios temos esta necessidade de “embranquecer” tudo. Há um ano não imaginava que os fios de cabelo no chão fossem deixar tanto de mim no passado. Há um ano não poderia sequer imaginar nos passos que a opção de cortar o cabelo me fariam dar. E só por isso percebi que o cabelo sendo só cabelo, que cresce, pode ser muito mais que mero cabelo. Pode ser uma arma que te ajuda a expandir a visão do mundo, a quem quiser realmente analisar o que está além do óbvio.

Hoje em dia o meu coração sorri ao ver cada vez mais mulheres/meninas de cabelo afro assumirem o que tem. Passear na rua e ver como surgem faz-me pensar que esta pequena revolução é uma real libertação para tantos/tantas. E fico feliz por sentir-me um pouco mais livre para ser eu mesma num mundo cada vez mais igual.

...

O dia em que descobrires a subtil diferença entre deixar ir por raiva, deixar ir porque achas que mereces algo melhor ou o deixar ir porque na verdade já não queres, nesse dia saberás o que é ser livre.
Quem me lê pensará que é tudo o mesmo mas não. Deixar ir por raiva é quando sentimos que dói mais do que faz bem. Infelizmente nesta fase, ainda gostamos, ainda amamos demasiado e a raiva ajuda apenas a dar o primeiro passo. O pior é que resulta numa recaída, resulta sempre (ou então és estupidamente teimoso/orgulhoso e ficas com algum recalque para o resto da vida). Já o deixar ir porque nos começamos a aperceber que realmente aquela pessoa não vale a pena, é um passo seguinte da mesma escada, já o fazes com um pouco mais de amor-próprio, já entendeste que ali não é o caminho. É a fase em que abres os olhos e avistas a possibilidade de trilhar um caminho mais teu. A chatice é que o sentimento continua lá, por mais que mascares, por mais que não o queiras ver, ainda lá está aquela sensação de que “ah, ao menos se ele mudasse…” e continuas em frente com uma vã esperança no “e se”. Até que há um dia, aquela manhã de sol e luz interior em que sentes que já não queres. Este não querer não é forçado, não é orgulhoso, muito menos é um não querer vingativo. É uma sensação pacífica de que não precisas mais daquela relação, objecto ou o que for, que te mantém ali agarrado, preso no tempo e que não te deixa evoluir. È o momento em que te soltas dessa âncora e segues em frente de verdade. Aproveita esse momento de libertação ao máximo, acredito ser dos poucos momentos realmente pacíficos que temos. Porque o apego, volta, volta sempre mais ali à frente. Só que a partir do momento em que descobres estas diferenças, sabes que desapegar da próxima vez será apenas uma questão de tempo… Cada vez menos tempo!

Bad hair day’s

Falar sem conhecimento de causa dá nisto. Sempre pensei que cabelo é só cabelo, que apesar de desde pequenina desejar ter um cabelo longo, isso seria apenas um detalhe. Mas não é, de facto, reparei que vai mudar significativamente a minha auto-estima. Já o sinto. Depois é a obrigação de ser mais regrada comigo mesma, coisa que ainda não sou. Alterar padrões que me foram incumbidos desde pequena torna-se complicado, como só lavar de 3 em 3 dias quando estou habituada a faze-lo dia sim, dia não. E os mil termos que entraram na minha mente?! Ui, é todo um sem fim de informação. Isto está mesmo a começar, estou em plena descoberta de como lidar com o cabelo nesta fase. O meu objectivo é a longo prazo, mas espero que daqui a um ano já tenha provas bem concretas de que tudo isto vale a pena. Porque sim, já percebi que irão haver dias que custa, e muito. Tipo o de hoje.

Este texto servirá como um lembrete futuro a mim mesma

Engraçado como um texto pode deixar-me triste por alguém! Engraçado como posso rever momentos da minha vida espelhados no que outro alguém escreve e é impossível ficar indiferente, impossível calar.

Vivi a maior parte da minha vida a chorar pelo que me havia acontecido. Coisas com a sua importância e o seu quê de traumático, verdade. O auge chegou aos 21 quando a dor começava a ser em demasia. Expus a quem achei que fossem meus amigos, um pequeno grupo de 3, 4 no máximo o que sucedia. Contava as histórias e até aos 24 acreditava, mas acreditava mesmo que não era merecedora de nada melhor. Tinha a vida que merecia porque era má pessoa. Só podia, que outra explicação poderia existir quando tudo o que era mau teimava em acontecer-me. Cheguei ao ponto de já nem desabafar com as minhas amigas, a minha C. do coração, pois ela olhava para mim, na sua eterna sabedoria, e dizia que não conseguia compreender-me, pura e simplesmente não conseguia compreender como é que a auto-estima de alguém poderia chegar ao nível -1. E fechei-me, fechei-me porque achava que iria cansar os outros com os meus lamentos de sempre.

Foi isso que fez um clique pela primeira vez em mim. Se os lamentos são os mesmos, se os queixumes mantêm-se e se achamos que os outros podem cansar-se de os ouvir, talvez de uma outra perspectiva sejam somente manhas… Talvez dentro de tanta dor (que sim é real) ultrapassamos a barreira e tornamo-nos vitimas! E qual a vitima que não dramatiza?!?
Temos tendência a achar o termo “dramatização” negativo, ou pelo menos eu tinha. Ouvir alguém dizer ”estas a dramatizar” geralmente era o mesmo que ouvir “pára de ser piegas”. Mas o facto é que dramatizar torna-se mais outro problema. É fácil fecharmo-nos na concha de vitima e desistir de tudo, é mais cómodo ver o mundo desabar do que arregaçar as mangas… Mil vezes mais fácil. E foi ao aperceber-me desta pequena diferença, que surgiu a vontade de não dramatizar. O que já foi, já foi, fez parte mas não poderá influenciar-me para todo o sempre. E com esta pequena mudança de perspectiva tenho vindo a mudar.

 Claro que é um processo moroso (afinal os 21 já foram há 7 anos) mas como já antes escrevi, nunca na vida me senti tão bem comigo mesma por fora e por dentro. Chorei, meu deus o que chorei, até perceber que estava na hora de deixar de ser piegas, que o importante é mesmo agarrar o momento em que decidimos ir para a frente, deixar lá atrás o que nos pesa. Parar, respirar e distinguir aquilo que trazemos connosco porque é nosso ou aquilo que trazemos connosco por convenção/imposição. É o primeiro passo. E nunca este passo pode ser dado correctamente sem que nos conheçamos. Foi esta a razão de me conhecer a fundo, primeiro frequentando uma psicóloga e agora tomando outro rumo, mais independente… é o meu rumo e tem funcionado.

Assim talvez fique claro que o que realmente importa é tomar um rumo na vida e stick to it por mais que às vezes custe. Porque nós temos da vida aquilo que acreditamos merecer. O truque é lembrarmo-nos que merecemos o melhor, sempre. Pelo menos é esta a grande lição que a vida me tem mostrado, a ferros mas lá percebi.

Mudar a perspectiva

Falava agora mesmo com a minha amiga do coração sobre a fase em que me encontro. Tentava, em vão, explicar que não é porque não tenho um anel na minha mão que aquilo que eu sinto (e que sinto que sentem por mim) deixe de ser válido. Tentava explicar que estou numa posição diferente na minha vida e que não estou cega de amor.

Apercebi-me durante o discurso que estou mais forte, mais segura, mais eu. E tornou-se claro como a mudança de perspectiva em relação à vida pode alterar profundamente uma pessoa.
Claro que toda esta jornada não teria sequer iniciado se não fossem as sessões de terapia. Precisei dessa base para melhor me perceber, melhor identificar (e separar) os traumas que eu tenho e melhorar a minha auto-estima. Apercebi-me que a vontade de querer conhecer-me e respeitar os meus sentimentos pode abrir um novo leque de emoções. Deixei de ver toda e qualquer relação com o outro por fora, e sim aquilo que eu queria realmente daquela pessoa. Em relação a família, amigos e amor. Hoje em dia noto que me afastei (ou venho a afastar) de algumas pessoas de forma muito natural. Não me apetece fazer o frete de estar com alguém, não estou, deixo-me de preocupar tanto com o “certo” ou “não fica bem”.

 

Em relação ao amor, tudo isto tomou uma nova amplitude. Paro, ouço o meu coração e faço poucas perguntas simples:


Ele respeita-te?

Ele gosta de ti?

Ele demonstra-o?

Ele faz-te feliz?

 

E uso apenas isto como base para a pergunta definitiva:

 

É isso que quero?

 

Invariavelmente, a resposta tem sido sim. A partir daí, se me apetece ligar, não quero saber o que ele vá achar, o que o mundo irá achar, ligo. Se me apetece pedir mimo, peço. Se quero beijá-lo, beijo. A única preocupação é saber se ele quer. Como sei que sim (até agora tem sido) não preciso de mais nenhuma outra questão que me vá derrubar e deixar no limbo da incerteza, do medo e da insegurança. Aprendi a abraçar as condições de sermos obrigados a viver a vários quilómetros de distância, sem confirmações de quando nos vemos ou como.
Deixo-me ir nesta maré, enquanto não começarem a surgir questões que me façam ver que já não vale a pena.

Para isso a minha postura mudou de forma simples. Ouvir-me! Afasto os burburinhos dos outros, as imposições dos outros, os traumas ou certezas alheias e deixo fluir aquilo que o meu coração realmente quer. E tem dado certo, muito certo.

Geralmente, quando penso numa das minhas inseguranças, em vez de sair a espingardar comentários (geralmente baseados em ilações erradas) penso no que estará em falta em mim para que eu haja de tal forma (isto claro, quando o outro lado nada fez para que me sinta tão incomodada). Outro exemplo que posso dar é, ao invés de chorar “porque ele não me responde à mensagem”, pensar no porquê de eu necessitar assim tanto que essa mensagem chegue?! Será que esse sentimento de segurança terá mesmo de partir dele, ou de mim própria?!

A diferença é olhar para dentro e a partir daí melhorar-me a cada dia.

No fundo, acho que toda esta experiência de vivermos um amor é apenas e só a descoberta de nós mesmos. Se assim quisermos, podemos ir descortinando aquilo que nos faz bem, que nos sabe bem e afastar tudo o que sobra - O resto, é resto. Claro que o bom senso também terá de ser usado, mas no fundo a ideia é esta, ouvir-me. Geralmente tenho sempre razão.