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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

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Ice Cold

Como já está implícito nos posts anteriores, tive (mais) um encontro durante a semana. Nada de novo, encontros perfeitos que só pecam por ter que ter um fim. Contudo, no meio de tanta brincadeira, surgiu uma conversa. Conversa esta que me despertou o interesse (joga com a natureza humana, que adoro tentar conhecer mais um pouco, mas que nada sei). Porque é que insistimos em ser frios e distantes para com os outros?!

Durante toda a minha vida sempre fui apelidada de fria, distante, até má - por quem não me conhecia, claro.

Durante infância e meados da adolescência não queria nem saber, faz parte da personalidade, era assim e eu sabia dos meus motivos. O problema surgiu quando começaram os primeiros contactos com o sexo oposto (relações amorosas?!). Por N-A-D-A do mundo eu me dispunha a dar mais do que achava necessário (muito, muito pouco mesmo). Até durante a primeira tentativa de namoro agia de forma bastante distante, para não me envolver demasiado. Não conseguia evitar, era como que um medo enorme de amar!

Até que tudo mudou, houve aquela pessoa que "me ensinou" a mudar, a ser mais solta, a dar-me um pouco mais. E a verdade é que eu precisava de me soltar, de sentir sem medo... E isto tudo porque durante a tal conversa tida, ouvi-o dizer que era demasiado frio, enquanto olhava para mim incrédulo quando eu lhe respondia "sei bem o que isso é". Ele achava que não, que só ele era assim, que sempre foi e que achava que nunca iria mudar. Calei-me, deixei que ele pensa-se em tudo isso, entrei no meu mundinho, enquanto na minha cabeça regressavam as memórias dos tempos acima descritos.

Qual o real problema em nos entregarmos? Em ser um pouco mais carinhosos, calorosos? É dificil mudar pequenas acções que sempre estiveram lá, o receio é sempre presente... Mas vale a pena.

Pelo menos eu acredito que sim, "que a vida só se dá, a quem se deu"!

 

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