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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

Há dias assim

 

 

Há dias em que sentimos não ter força para nada…

Há dias em que duvidamos de tudo o que somos…

Há dias que a auto-confiança está nos mínimos dos mínimos…

Há dias em que a força de vontade e mesmo a de viver nos foge por entre os dedos…

Há dias em que achamos valer menos que um grão de areia…

Há dias em que acreditamos que o melhor é desistir…

Há momentos em que os problemas tomam conta de nós de tal forma que esquecemo-nos de todas as forças que fomos juntando ao longo da vida para melhor enfrentar a mesma...

Há dias em que a saudade, o medo e a incerteza tomam conta do nosso ser e despoletam todos estes sentimentos negativos…

 

 

E depois há noites em que, milagrosamente, alguém diz exactamente aquilo que tínhamos medo de dizer até em voz alta (ou para as amigas mais próximas), e faz-nos sentir melhor, o anima o nosso espírito e principalmente, aviva a nossa memória das reais capacidades e características positivas que temos.

Sob um luar magnífico, a sentir a areia nos pés à medida que as ondas também os vão beijando, as luzes da cidade ao longe para nos deleitar e um ventinho quente a acariciar-nos o corpo só demonstra que um dia ordinário pode facilmente tornar-se extraordinário!

Mesmo com dúvidas existências, mesmo dividida e perdida nos mil pensamentos e caminhos a tomar, hoje consegui enfrentar o dia um pouco melhor, só porque tive quem me retirou do pequeno buraco em que começava a entrar.

 

Se eu podia viver sem amigos… é obvio que não!

O que dizer...

... Destes dias em que sinto que a minha vida deu uma real volta de 360º. E não é engano, é mesmo 360º que quero dizer... deu uma volta tal e agora regressei ao ponto de partida! Sinto-me novamente nos mesmos impasses que aqui hà uns anos e não gosto... Nadinha!

Oh well...

Isto de ser sedentária

Desde que começou a minha vida académica, e consequente diminuição de exercício físico muito por causa de ser obrigada a dirigir-me pra tudo quanto é canto de carro, comecei a ser a miss sedentária. Após reparar, em meados de Janeiro, que bastavam 7m a pé para ficar meio ofegante (aqui em Lisboa a minha média rondava sempre 45 a 1h diária de caminhada em passo estupidamente rápido), meti na cabeça que no meu regresso, iria dedicar-me ao exercício físico.

Como agora a minha condição de menina sedentária pelos visto cresce proporcinalmente ao contrária à quantidade de dinheiro o bolso, (ou seja, quanto mais vontade de me juntar a um ginásio, menos dinheiro tenho para realizar essa mesma vontade) toca de fazer exercícios ao ar livre com o babe.

E só devo dizer que quem me viu e quem me vê. Eu, uma menina muito dada ao exercício físico, que em pequena fazia a espargata (há quem diga esparregata, só não sei porquê... explicações aceitam-se), também fazia o pino e rodas na perfeição, enfim,todas aquelas mariquices ginastas que sempre gostei... fazia 100 abdominais na boa, participava nos corta-matos escolares ficando sempre bem classificada (ainda tenho algures uma ou outra medalha), pronto, já dá para ter ideia de como eu era né. Agora, a coisa que me faz confusão é que andei a cronometrar-me e o máximo que consigo correr, seguidos são uns míseros 3m.. Sim, 3 e fico com os bofes de fora, a morrer! Shame on me... agora estou mortinha para, em pequenas etapas voltar a correr,pelo menos, 10m seguidos! Diz que estas coisas devem ser por metas portanto, vamos lá ver se vou conseguir...

Ah, e para que conste, esta minha preocupação não se cinge pela obtenção de um corpo esbelto. O sr. Deus até que nesse aspecto foi generoso e fez-me assim a modos que magra, mas com o necessário (if you know what i mean)... é mesmo uma preocupação com a saúde.

 

Be back later...

I'm 24... So What!

Há muitos anos, ou pelo menos 2, que deixei de ler o "Post a Secret" com a religiosidade de outros tempos, raramente o faço hoje em dia. Mas ao ler este blog, não pude evitar roubar este segredo e colocá-lo aqui.

Eu encaixo-me maravilhosamente no conjunto de pessoas que ao nadar fingem ser estes seres do mar, que em infância me encantavam, e acrescento, a sensação que tenho ao nadar desta forma é de um gosto supremo! A-D-O-R-O... Não sei bem o porquê de tal sentimento, e sinceramente nem me interessa. Enquanto puder nadarei à sereia por muito e muito tempo.

Pronto, só um pequeno desabafo!

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