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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

Depois de uma tarde de praia constato

É maravilhoso sair com verdadeiras amizades e constatar que há coisas que nunca irão mudar!

Faz-me bem saber que há pelo menos um pequeno grupo de pessoas que, por mais que o tempo passe, continuaremos a ser as mesmas... Perto ou longe...

Deixa-me feliz, muito feliz.

Surreal

(Foto by me)

 

 

Só para assinalar que EU ESTIVE LÀ!.

Sim, consegui à última da hora bilhetes para ver os meus lindos maravilhosos Pearl Jam.

Sim,aquilo ao fundo é o palco Oprtimus e não, não fiquei tão atrás... vi o Eddie de relativamente perto!

Surreal será a palavra que melhor descreve o dia de ontem! S-U-R-R-E-A-L minha gente.

Mas falando do que importa, sobre o concerto de sublinhar:

O Sr. Eddie, lindo maravilhoso tem mesmo aquela voz super perfeita ao natural...nem a idade lhe pesa;

Rierviewmirror (como eu já desconfiava) e, pasmem-se, Jeremy não se ouviram por aqueles lados (oooohhhhh);

Algumas pequenas, mínimas falhas de som (como o facto de eu mal ouvir em certas músicas a guitarra com acordes que eu tanto gosto);

As músicas improvisadas para portugal;

O arrepio que a Black ao vivo me causou... Vá, não foi só arrepio, chegaram a vir-me as lágrimas aos olhos (xiiiuuuu);

A simpatia do Sr. Eddie que falou com o público num português mt bom, bem para além do típico "Ouburigada". E a ua saida do palco com a nossa bandeira às costas e de lágrima nos olhos, após dizer "one last kiss"!

O solo do Sr. Stone Gossard (se não me engano);

 

Apesar de ser um concerto super calmo, melancólico, nada dado a muito moche (que era  o que eu queria), e principalmente com aquele sabor a despedida (mesmo sem ninguém saber) lá curti o que pude ao ouvir para mim, uma das melhores bandas de sempre!

Curti muito a actuação dos Gogol Bordello e também os Dropkick Murphys, vou investigar melhor, principalmente os primeiros.

Snifei tanta ganza alheia (vulgo, apanhar com os bafos ou fumo dos outros) que acho que fiquei meio KO... a ponto de estar a começar a enjoar verdadeiramente, de cada vez que alguém lá se lembrava de fumar um daqueles a meu lado (eu que até simpatizo com o cheiro da coisa).

Portanto, depois de tudo isto e mais, bem mais, todas as loucuras deste dia valeram completamente a pena!

Amei...

 

Ps: De assinalar  facto de que eu e a minha Laurinha só ficámos à base de aguinha,muito bem comportadas que as meninas são!

 

 

And then it was all over...

20h  da noite e aguardava-se a entrada no restaurante para o último jantar de curso como universitária!

Fui um pouco muito contrariada, não estava com grande vontade de ir! Mas a verdade é que melhor, dificilmente poderia ter corrido. Muita conversa (que nem por acaso começou na questão do casamento), muita risota, muita saudade demonstrada, muita rambóia. O curtir a noite em quase todos os bares aqui da terrinha, o ver moços giros (afinal há, andam escondidos mas há alguns) e terminar a noite com a perfeita “i will survive”.

Não dá para explicar a sensação (que ainda anda muito na fase de negação) de que tudo acabou. Estou safa…mal ou bem, já não tenho de me chatear com a conclusão da licenciatura.

Dúvidas surgem, mas isso agora não interessa nada!

Só não percebo a valente preguiça que tenho neste momento, sendo eu a verdadeira vergonha, e nem no último jantar apanho a valente narda (limito-me a comer como um alarve e a beber aguinha e cola)! Shame on me…

Se tudo correr bem, e se realmente voltar a terras lisboetas (oh, como quero) vou ter sempre de arranjar maneira para regressar e matar saudades…

Logo se vê o que se segue!

 



Um dia quererás casar?

 

 

 

Hoje tiro o dia para, finalmente, dizer o que penso sobre o casamento.

 

Se antes tinha a resposta, à pergunta acima, na ponta da língua – um redondo e sonoro não – hoje em dia, paro e revolvo a cabeça em busca da correcta definição de casamento para a tentar responder. Penso na sua definição e no facto de que tal conceito engloba questões bem mais sérias do que por vezes as pessoas se dão ao trabalho de ponderar. São as classificações jurídicas, o tremendo peso religioso que tal definição herdou, é a questão mais recente dos direitos que este engloba (o direito à família e à igualdade), tudo isto questões que neste post não irei me irei alongar.

Depois de ler frases como “o casamento é a união entre um homem e mulher, com o intuito de criar família legitima” ou “o casamento é o acto solene de união entre duas pessoas de sexo diferente, capazes e habilitadas, com legitimação religiosa e/ou civil, podendo não existir amor entre os cônjuges”, a melhor definição por mim encontrada é mesmo a de ser somente a união de duas pessoas perante o reconhecimento social/governamental e por vezes também o religioso.

 

Sinceramente, e sendo breve, não me faz muito sentido ter o reconhecimento estadual/social. As regalias inerentes ao casório, por si só não me convencem, aliás, não percebo mesmo as razões das mesmas existirem. Regalias essas que, por momentos, deixam-me a ponderar se são justas e equitativas. (aqui entra a história do casamento homossexual, que lá está, não vou comentar).

 

No caso daqueles que realizam o sagrado matrimónio, numa igreja, todos lindos e pimpolhos como manda a tradição, não vejo qualquer razão para realizar o mesmo. Isso porque, actualmente, sou pessimista o suficiente para acreditar muito pouco em toda e qualquer promessa que seja feita no altar (é que sou uma menina de levar as promessas demasiado a sério). Aquela história do “vou amar-te e respeitar-te e ser-te fiél para o resto da minha vida e bláblá” pura e simplesmente acho muito bonito mas não acredito num pedacito daquilo que me entraria pelos ouvidos. É isso e o “estão casados aos olhos de Deus para todo o sempre” (lá está, o sempre mete-me uma confusão dos diabos). Sendo a minha fé na igreja cristã, actualmente, quase inexistente (assim, pequenina, pequenina, a roçar o microscópica), usarem esse argumento é pura e simplesmente uma treta. Isto já deixando de fora a ideia de quem casa pela estabilidade económica ou o crescente marketing à volta de uma boda, que isto hoje, casar é sobretudo pela festa e não tanto pelo significado!

 

Bem, depois de escrever tudo isto, penso que se calhar o problema é meu, que acho o casamento algo tão sério que chega a ser um pouco utópico e por vezes até contraditório! Desde as promessas feitas, ao acto religioso acho tudo tão romanceado que nunca será real. E para estar numa de faz de conta acho que prefiro uma união de facto.

 

AINDA não vejo o casamento como provavelmente deveria, (e aqui acho que a idade e o tempo terão alguma influência nas opiniões que tantas vezes alteram) mas sinceramente acho que o contrato que se realiza nesse dia, o dedicar-me ao outro enquanto me for possível, o dever de respeitá-lo e tudo o que esta concepção abrange deve ser primariamente uma constante na cabeça. Não acredito ser necessário um documento que me relembre todos esses direitos e deveres!

 

Lá está, tudo isto tem a ver com o que cada um classifica o casamento. Quem acha que se resume a celebração do amor entre duas pessoas, festeja-se e é-se feliz nesse dia por ter-se um vestido de princesa e os familiares e amigos como testemunha do amor entre os pombinhos. Se se leva como um contrato, assinam-se uns papéis numa qualquer conservatória e pronto,já está. Se se é religioso tudo isto terá de ser aos olhos de Deus, celebrado numa igreja, com o Sr. Padre a abençoar.

 

No meu caso acho o casamento algo acima de tudo psicológico, uma maneira de ver e estar na relação. A partir do momento em que a relação conjuga tudo o que esperaria de um casamento consumado, a partir do momento em que é ele a pessoa com quem pretendo partilhar a minha vida a 110%, pelo tempo que nos for possivel, sem obrigações temporais como o para sempre e afins, então penso ter tudo o que é realmente preciso. Por tudo isto, se uma união de facto para mim chegaria… Sim, chega perfeitamente!

 

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