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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

E o pior de tudo...

É que o fim foi tão perfeito quanto ao começo!

Cada beijo, cada toque... até o silêncio revelou-se edílico!

Gosto-te!!!

 

"Stay with me.... Let's just breathe"

Nesta semana tem sido isto...

 

The 5 stages of grief are:

1º- Denial

2º- Anger

3º- Bargaining

4º- Depression

5º- Acceptance

 

No meu caso isto traduziu-se mais ou menos como:

 

1º "Vou arranjar maneira de pensar em ir rápido a lisboa para conversar e ficará tudo bem, novamente..."

2º "Porra, será que este gajo está parvo, deve estar a gozar comigo só pode... grandessíssimo cabrão!"

3º " Ficas aqui comigo hoje, amanhã logo se vê.. pode ser pode?! não... oh anda lá..."

4º "É agora que posso morrer?! Sério, porque não, já que não valho mesmo nadinha... puta que pariu mais a sorte na minha vida que teima em não me acompanhar!"

5º " Pronto,ok... Life is life, let's moove on. Amigos à mesma certo?! Certo"

 

Invertia era ali a ordem entre o 3 e 4.

...

... e tropeçar em fotos que julgavamos já estarem mais que apagadas, ou no mínimo longe,bem longe da vista!

It felt like a bullet!

Há dias que sinceramente...

A ti!

Não vou falar dele… não vou falar agora, a confusão na minha cabeça é demasiada para transpor tudo em palavras (já que sou do tipo de pessoa que consegue por num texto os meus sentimentos de forma muito mais clara do que se fosse oralmente) … apesar de falar com ele, ainda não consigo falar realmente dele!

No entanto vou falar de ti, sim, de ti!
Vou falar de ti pois só agora, depois de tanto tempo, é que me foi dada a hipótese de o fazer, sem que isso gerasse mais conflitos cibernéticos! Vou falar do que já antes aqui tinha escrito, o que antes já tinha pensado mas que por receios atrás ditos, não o fiz. Vou falar que de facto senti a tua falta… senti falta dos nossos sorrisos, parvoíces e amizade! Acho que sempre soubeste da verdadeira amizade que nutria por ti (verdadeiramente, pois escrevi-te uma carta, exactamente com o propósito de o saberes).

Vou falar do alívio que foi saber que, apesar de tudo, não foste o completo otário que julguei teres sido (sim, meu mal foi julgar-te injustamente, mas a mágoa tem disto). Vou falar da tua parvoíce por acreditares mesmo que por eu querer parar com o que de carnal havia, não saberia manter a amizade que tínhamos… E logo EU!

Vou falar da razão que me movia ao dizer-te para seres sincero com ela. Só assim irias conseguir começar uma relação estável desde o inicio (Sim, ainda me lembro de falarmos no banco aqui perto de minha casa)!

Vou falar-te do duro que foi ter-te arrancado do meu peito, a ti, alguém que permiti ter entrado no clube muito restrito de pessoas que habitam no meu coração (não era a brincar quando te disse que eras um dos meus amores).

Vou falar no momento em que a vi, mesmo antes de trocarmos palavras, na vontade que tive em ligar-te e dizer como digo a qualquer amigo o que pensei verdadeiramente, como ela era mesmo bonita, mesmo (foi a primeira frase que saltou da minha boca mal entrei no carro da Tânia)! Fiquei tão espantada que nem me deu vontade de continuar, mas minha teimosia lá me deu força para ter a tal conversa!

Vou falar da dor que foi olhar para ti e não ter realmente nenhuma palavra para te dirigir, apenas a minha incredulidade (foi realmente o verdadeiro momento na minha vida em que fiquei sem palavras tal tinha sido a desilusão, não por não teres corrido atrás de mim, mas sim porque tiveste a oportunidade de ser verdadeiro comigo, contigo, com ela e optaste por não o fazer).

Vou falar de que, apesar de em 2008 te ter dito que fazias parte da minha resolução de ano novo, só agora, e sem que este ano me desse ao trabalho de fazer listas desse tipo, esse desejo se realizou…

Vou falar do pedido de desculpas que nunca to fiz. Sabia que o teu orgulho não me iria perdoar por eu querer fazer o que eu achei correcto, e apanhar o comboio naquela tarde. Só gostaria que ela tenha razão, que tenhas crescido e tenhas percebido que apenas quis ter certezas do que já sabia… quis que alguém me elucidasse já que tu, como meu amigo, não tinhas coragem de o fazer.

E é assim que hoje, não querendo falar do que realmente me dói, e mesmo sabendo que nunca irás ler este texto, falo do passado, peço desculpas e decido olhar em frente.

 

Janeiro 2010


Ainda ponderei se punha ou não este texto aqui... Parece-me incompleto por alguma razão, but who cares!

Deve ser problema meu... só pode.

Ontem estava muito bem a fazer nenhum enquanto aguardava que o almoço saísse, quando vejo uma notícia sobre o Sudoeste 2010 na sic que me deixou - como hei-de explicar isto da melhor forma - com vontade séria de me dirigir à herdade da casa branca e "bitch slap" alguns das pessoas - crianças- que apareceram naquela reportagem.

Então não é que esta nova juventude (que deve ter poucos menos anos do que eu,julgo que 17, 18, 19) é tão oca da cabeça, mas tão oca que a sua definição de ir para um festival é levar a puta da maquilhagem!Mas está tudo louco?

Será que esta gente entende que festival é sinónimo de calor a roçar o impossível, chão deveras inclinado, pó, demasiado pó, mais um pouco de pó ainda, entre dezenas de milhares de outras coisas que não combinam muito bem com a última tendência que engloba o saltinho alto,mais rímel, mais lápis, mais gloss,mais sei lá o que esta gente leva nas tralhas.

Ainda me lembro quando fui em 2005, que levei apenas o super indispensável, comida, dormida e muito pouca roupa e mesmo assim era demasiada treta. As minhas coisas resumiam-se (e ainda se resumem, em casos de concertos) a coisas imprescindíveis como calçado super confortável, dinheiro que possa vir a ser necessário e somente o telemóvel mais ranhoso para uma eventualidade...

Ainda cheguei a comentar com o meu pessoal se era de mim, que até sou das mais novas do grupo, que não achava isto normal, mas a reação foi exactamente a mesma. Ficaram a olhar para mim, ainda nos rimos uma bocado, e chegámos à conclusão que o problema é mesmo da geração com 5 anos a menos que eu... Prioridades trocadas, só pode, mas dinheirinho demasiado providenciado pelos papás e que deixam as meninas (e meninos) viverem num mundo de completa fantasia, num mundo à parte.

Tudo bem que a ideia destes festivais é muito peace and love, mas sinceramente, tanta produção para apanharem a verdadeira moca, andarem a nos meles com A e B a torto e a direito? Será que é mesmo preciso?!

É certo que o TPM ajuda um pouco a ficar bem mais aparvalhada, mas pelo amor da santíssima virgem, Get a grip...

É capaz de o nights ter razão, "o verdadeiro espírito desses festivais morreu".

Be back latter...

 

Inspiração?! Talvez não

Hoje sentia-me inspirada talvez pela sensação (reprimida ou até mesmo esquecida) de nostalgia e saudade típica da minha pessoa.Talvez se deva ao aproximar do natal e do espírito natalício que muitos dizem existir.
Com este momento de retrospecção senti um misto de tristeza e felicidade, pois ao recuar no tempo meia dúzia de anos (4 anos para ser mais concreta) a única conclusão a que chego é que errar erramos todos, mas meu Deus, como às vezes conseguimos ser cegos!
A eterna busca de felicidade pode ser um perfeito empecilho para encontrar a mesma, ou pelo menos isso verificou-se no meu caso!
Tenho pena de não ter dito mais vezes a uma das minhas amigas do coração que a amo mais que tudo e um sincero obrigada pelo apoio moral na minha fase whatever (sem bem que esta parte se adequa a ti cris, mas também a ti tânia, célia, andreia e até à maezita), mas a vida é mesmo assim, as vezes esquecemos de relembrar às pessoas importantes o quanto elas significam para nós.
Gosto de olhar para trás e saber que apesar de uma completa tola em relação a muitas amizades, sempre fui verdadeira e agora posso dizer simplesmente que não guardo rancor (talvez pena,muita, mas rancor já não)!
Entristece-me saber que há coisas que simplesmente não se esquecem, como alguns insultos, mas em contrapartida agrada-me a ideia de todos eles servirem como mote de introspecção para puder avaliar o meu carácter e onde posso ou não estar a falhar (a parte positiva é verificar que na maior parte das vezes são insultos completamente sem fundamento)!

Os momentos de tristeza, infelizmente, ainda foram alguns mas foram o caminho ideal para confirmar como amo a minha família.. os tios e tias maravilhosos que tenho são mesmo uma dádiva (sem esquecer claro o meu timzão)e o amor incondicional é uma sensação tão boa, não é verdade?!. Nem sequer falo da mãe e irmão porque para esses nem sequer há palavras, o amor é demasiado para ser transcrito!
Depois de tudo, só me restou avaliar estes 2 anos e meio de curso, que têm sido uma experiência bastante positiva, cada vez mais acho que fiz a escolha certa em não ter ficado em Lisboa ou Viseu, conhecer pessoal fantástico... Só me atormenta agora o momento das despedidas que se aproxima ( se já na marcha dos superiores as lágrimas vieram ao de cima, na missa de finalistas vai ser vê-las a fluir pela cara).
Agora é esperar para ver se para o próximo ano este espírito natalício me invade de novo(hope not).
Como não pretendo escrever mais nada nos próximos tempos (isto já foi lamechas demais) acabo dizendo um sincero Feliz Natal e Esperança que todos, (quando digo todos são mesmo todos os que já passaram, de forma positiva ou negativa, ou que ainda permanecem na minha vida) tenham um Melhor e Mais Feliz Ano Novo!

 

Dezembro de 2009

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