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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

e ela diz...

"Tens de arranjar maneira de não ires tão abaixo quando te sentes triste"

 

Pois tenho, e estava tudo a correr tão bem, mas é como sempre digo. Há dias. Há dias em que não dá, a revolta é maior que qualquer optimismo. Quando ela acrescenta que o meu problema é grave, e que devia contactar um especialista ainda mais vontade tenho de a matar... É que quando afirmo algo do género acha sempre que estou a brincar, mas não, infelizmente não estou.

Quando digo que tenho uma falha qualquer de sistema, é a sério... e quando vou abaixo, ora, vou mesmo abaixo.

e por estes dias lá ando eu, a rastejar.

Há coisas que nunca mudam, fazer o quê!

Porque há sentimentos que são igualmente sentidos

"E hoje, hoje, dei por mim a pensar nele, outra vez nele. No sorriso, no abraço, no calor... Senti este pensar de forma intermitente ao longo do dia. Algo me levava até ele, e por uns breves momentos, pensava nele. Sinto tê-lo feito de forma quase inconsciente ao longo do dia. E agora à pouco, ao início da noite,  quis, tu imagina só, quis ligar-lhe só para ouvir a voz dele. Poderíamos falar do tempo, qualquer coisa que fosse, mas o que eu queria era mesmo ouvir a voz dele. Só pelo prazer de o ouvir. MVM, tu diz-me, diz-me, isto não é de loucos? Numa altura em que eu até tenho uma ou outra distracção, em que supostamente deveria andar entretida com outras coisas, volto a pensar? Este pensar que é um recordar? Um sentir?"

 

Daqui

The horror...

Acordar em sobre-salto às 5h da manhã porque sentimos que estamos a coçar a tatuagem.. com muita, muita força (big no, no)... e ficou a arder o resto da manhã... Só espero que não haja problemas depois disto, é que não me apetece nada voltar a retocar a moça!

 

Da semana que acabou...

Tenho lido os recantos que por ai andam mas vontade de escrever não há muita (embora por estes dias tenha a cabeça a palpitar de dúvidas e crises existências). E enquanto não resolver este meu bloqueio mental, vou tentar fazer um apanhado simples do que aconteceu na semana do meu aniversário.

 

A apontar as várias e agradáveis viagens durante a hora do almoço para acompanhar o colega enquanto este tratava da papelada para entregar no novo trabalho - ninguém imagina o que me sabe bem passear pela marginal, num dia de sol.

Ah, e por falar em sol, eu bem avisei que os dias 19 de Janeiro são sempre dias bonitos. Por acaso este ano tinha algumas nuvens a chatear, mas a verdade é que lá fui eu para praia, logo após o trabalho e de um dia em que o telemovel não parou de tocar, enquanto aguardava pelo jantar.

Foi um momento de introspecção necessário, fez-me bem e soube-me ainda melhor. No total estive cerca de 3h sozinha, a visualizar a cidade que adoro, a andar pela areia enquanto ouvia aquelas músicas que tocam cá bem fundo. Claro que voltei ao passado, revi e reanalisei toda a minha vida. Pensei em opções tomadas, planeei outras tantas.

Às 20h30 dirigi-me ao restaurante, a primeira a chegar. À medida que os convidados iam chegando, fui-me animando, e para dizer a verdade, foi uma noite bastante agradável - Há lá coisa melhor do que estar com amigos e rir?!

A conversa estava agradável, não apetecia terminar, logo o combinado foi jantar para repetir  na 6ª.

 

Neste segundo éramos menos, mas igualmente doidas. Beber caipirinhas (bastantes) e mais umas conversas disparatadas... Já com os copos fui para a cama, aguardar para que as convidadas que vinham de longe chegassem. E chegaram, às 4h da manhã, entrando em casa sem que eu abri-se a porta, fazendo-me ver que deixei a porta aberta durante toda a noite (era dos copos com certeza). Durante o dia, shopping e mais shopping, sem muita vontade da minha parte, para ser sincera. Valeu pelos óculos de sol que comprei que já faziam falta.

 

À noite jantar apressado, mais o preparar e produzirmo-nos todas para sair - nunca antes demorei tanto para sair à noite. Isto de ter muita mulher a dar opinião só complica. E logo eu que sou tão prática para estas coisas.

Chegar ao bairro, encontrar o Sérgio da Laurinha e conversar até às tantas.

 

E já que a ideia era dançar, siga caminho. Devido à duração da conversa, óbvio que já não fomos para o local combinado, não tenho muita paciência para filas monumentais só para entrar num sítio dito "da moda".

Siga para o próximo lugar, escolhido à toa - se eu soubesse o que sei hoje - escolha essa muito mal feita. Música de cáca, pessoal cuja única intenção é chegar só, sair acompanhado, muito, muito mau. Não me voltam a apanhar no dock's NUNCA mais!

Sair, ir comer o maravilhoso pão com chouriço que só a Merendeira proporciona às 4h da manhã, e conduzir para casa.

 

Domingo, o melhor. Apesar do frio, ir até à baixa Lisboeta, provar o afamado Starbucks (não, ainda lá não tinha bebido nada, não me atraía assim tanto) e mais uma vez, conversa com o Sérgio, rir, rir e rir, ser mal interpretada e rir mais um pouco. Ainda deu para comer uns pastéis de Belém, que já tinha saudades, e ainda ir buscar a cadela das moças (fofa que nem, ai esta minha vontade adormecida de ter um animal que disparou).

Uns dias interessantes, passaram a correr. Uma semana agitada, já sentia falta.

 

E pronto, por agora é só isto. Volto depois, a ver se já sai algo de jeito desta cabeça para passar aqui para o blog...

 

 

...

Tudo bem, nós queremos raparigas de boa onda, sexys, sedutoras, bonitas, inteligentes e simpáticas….

 

É MUITO FÁCIL falar, porque quando nos aparece uma assim, de “bandeja”, a primeira coisa que nós pensamos é: ei, dei-me bem! ficamos com ela uma vez, duas. Começamos a pensar que esta é a rapariga que as nossas mães gostariam de ter como noras. se tivermos um relacionamento, vai ser algo estável. vamos buscá-la à escola, vamos ao cinema, a um bar e vai haver sexo todas as semanas… tudo muito fixe!..  até se tornar uma rotina e perder a graça.

Começamos a ver os outros rapazes bem vestidos e bem humorados a ir para discotecas para engatar miúdas e morremos de inveja, começamos a sentir falta de tudo isso. pensamos: acho que não estou pronto para isto, não quero me dedicar o resto da vida neste relacionamento. e a tal rapariga transforma-se numa “MALA”, e começamos a sentir um grande nojo dela, uma aversão. quando vemos o nome dela no ecrã do telemóvel, não temos vontade de atender… JÁ ERA.

A promessa de algo estável vai por água a baixo, e se ela não perceber o que se passa, nós começamos a ser secos, muito secos. e ela pensa: o que fiz?? coitada ela não fez nada, a culpa é mesmo nossa.

Aí voltamos para a nossa rica vidinha, que nós mesmo odiavamos na semana passada. esperamos ansiosamente a hora de sair para arrasar na noite… ou até engatar aquela gata que sempre quisemos.

GRANDE DESILUSÃO chegamos a casa depois dessa noite, sozinhos e ficamos a tentar descobrir porque é que não estamos satisfeitos. de repente percebemos que foi porque a tal gata, a linda, gostosa, misteriosa, que disse “fico contigo” nem sequer pediu o nosso número de telemóvel.

FRUSTAÇÃO apesar de tudo ficamos a pensar na nossa ex-namorada. ela até podia ter os seus defeitos mas era boa onda, e ficava ao nosso lado a toda a hora a dar-nos valor. e enquanto isso a rapariga, chateada, magoada, não percebe porque é que nós acabamos com ela. e essa dúvida vira ANGÚSTIA, que ainda vira raiva, ela manda-nos á PUTA QUE NOS PARIU!!!

não quer saber de mais nada, só de sair, aproveitar, sair, curtir com outros e sair. resolve não se envolver com mais ninguém, para não sair magoada ou chateada… muito bem, acabamos de criar uma MONSTRA!

 

O tempo passa e continua tudo na mesma, continuamos a reclamar da vida e das raparigas. elas só querem os rapazes “cabrões” e não estão nem aí para nós, ou será que nós é que fomos os tais “cabrões”? elas são assim por nossa culpa. a “mulher da noite” de hoje em dia, ontem era uma boa rapariga de outro rapaz … provavelmente essa nossa ex-namorada está agora a enlouquecer a casa de outro rapaz por aí. perdemo-la para sempre, ela virou uma rapariga enlouquecedora de rapazes. E quando a encontramos na noite, ela? ela nem olha para nós… (mas estava mais linda do que nunca)!!!

 

 

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