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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

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Das novas tendências de verão

A-D-O-R-O!

Gosto mesmo de ver cor, muita cor garrida, forte e tentar usar as mesmas com o melhor gosto possível (de maneira a não causar um ataque de epilepsia a gente mais sensível). É que eu consigo conjugar um top rosa, com cardigan verde com calção de ganga e fico colorida, mas sem parecer palhaça. Acho muito mais alegre, muito mais "pra cima" do que as cores mortiças que por ai andavam há já largos anos. Que esta moda dure e dure, porque eu estou rendida.
E o melhor disto tudo é que foi preciso chegar aos 25 para perceber a utilidade dos acessórios(sempre fui uma menina de ténis e t-shirt, do mais básico possível). Ajudam-me a compor a vestimenta (óbvio), mas o meu "ultimate accessory" têm sido as minhas unhas. Tenho utilizado a cor das unhas com vernizes fortes para dar cor quando estou com algo básico.. AMO, AMO!

 

Tipo isto:

 

O truque para ter paz

É ser-se egoísta.

A sério, se ao invés de me chatear com as criancices de gente que já tem idade para ter juízo e assumir as responsabilidades que adquiriu, pensar somente em mim e nas responsabilidades que eu tenho (sim, que também já tenho renda pra pagar, comida pra por na minha boca, entre outros e não me esqueço nunca disso), é meio caminha andado para andar feliz e contente!

Estou tão, mas tão farta de gente que comete o mesmo erro, over and over again, e não faz nada, nadinha para alterar essa situação que enfim... Deixar de pensar neles e pensar em mim, que é o melhor que faço.
Hoje estou demasiado zen para me alongar neste tema, be back latter!
 

Ainda sobre a conversa de domingo, as minhas crenças e sensibilidade...

Durante a conversa com a minha (espectacular) tia J., aquela de 60 e poucos anitos, e de ouvir da sua boca alguns ensinamentos para a vida, relembro o momento em que a vejo sondar-me e a dizer-me que a minha mãe tinha comentado com ela a minha falta de crença em deus! Como já disse, toda a minha família é extremamente crente, tanto que ao começar o meu discurso, pensei para mim que iria ser trucidada ali mesmo.

Ora, assim que ouvi isto, recomecei a debitar todas as dúvidas que me assolam momentaneamente sobre a religião católica em concreto, e a existência de Deus no geral. Qual não foi o meu espanto quando, muito pelo contrário, vejo a minha tia acenar para mim, com aquele ar de sabedoria e responde-me simplesmente “Haverá uma altura em que voltarás a acreditar”.

Prontamente, a resposta saiu-me da boca como um caso de “verborreia” - sim tia, vou acreditar porque não tenho nem nunca terei as respostas que quero, e na falta de respostas, o ser humano para amparar a sua dor cria aquilo que mais lhe convém!"
Por enquanto apesar de redutor, não consigo mesmo acreditar em nada do que ouço, tenho um espírito demasiado crítico para aceitar as coisas por si só!
E como preciso das respostas para as centenas de coisas curiosas que já presenciei, sobra-me acreditar na sorte, na força de vontade humana... E é apoiando-me nesta minha teoria que desejo toda a sorte e força do mundo, porque esse rebento, embora frágil, ainda dará muitas alegrias a quem o ama, e lá terás que cumprir a tua promessa, de coração cheio porque saberás que ele conseguiu!

Porquê?

Num domingo à noite colocar-me a ver os Gordos, ou os da Tribo, quando na RTP1 existe um programa BEEEEEEM melhor?!

O último a sair já ganhou + uma adepta.

 

Não acredito em bruxas,mas...

E hoje alguém bastante importante na minha vida, alguém sábia o suficiente da vida (uma Senhora nos seus sessentas que mais parece ter 30) disse-me que sente que cá por casa, muita inveja a pairar no ar!
Não me preocupei... A inveja sempre fez e sempre fará parte da minha vida, mesmo quando vivi momentos de merda extrema!

Contudo, não me deixei afectar pela conversa, preocupo-me e dou bem mais relevância às coisas boas que me rodeiam...

 

 

Intuição

Tenho que aprender a ouvi-la bem melhor.

Tenho que aprender a distingui-la do medo.

Tenho que prestar atenção quando ela não só me diz, mas grita insistentemente a conclusão de uma determinada situação, conclusão essa que eu sempre soube qual seria!

Ai intuição, a minha é mais apurada do que penso!

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