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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

Xiiiiii, como isto está!

 

 

Apesar do cansaço, o sono teima em não chegar. Assim resolvi ver novamente este filme. A opinião continua a mesma, e o Sr. Walt Disney continua a ter o mesmo efeito em mim. O permitir-me sonhar um pouco, por breves momentos que sejam.

Cada vez mais apercebo-me que o príncipe encantado, na sua grande maioria é um paspalhão qualquer, convencido, galanteador, que não só pode não vir montado a cavalo, como ainda anda a pé, que apesar de toda a sua beleza física (ou aquela que julgamos ver) o seu interior esconde algo bem mais feio do que gostaríamos que fosse verdade. Sim, os príncipes perfeitos, não são assim tão perfeitos. Contudo acredito que na sua imperfeição, poderão ser exactamente aquilo que precisamos. Daí dizer sempre que além de um homem bonito, ou rico, ou whatever, quero um cúmplice, quero a minha cara-metade.

É como a história da cinderela. Até podemos experimentar vários sapatos, bonitos, outros mais espalhafatosos,outros até que sabemos que seriam os sapatos que melhor fariam ao nosso pé. Mas no fundo escolhemos aquele que "encaixa".Porque só esse que encaixa vale a pena.E é isso que eu quero. Eu já tentei utilizar sapatos que apesar de à primeira vista parecerem os adequados, não me preenchiam! Não eram os sapatos que faziam com que eu ficasse horas a admirar os meus pés por si só. Mas agora, agora é assim! Almejo uns sapatos que não só me sirvam, mas que sejam feitos à minha medida, especialmente para mi. E se não existirem,provavelmente irei andar por aí, descalça...

Curiosidades

Então não é que o meu primo (que é SÓ o homem mais bonito, charmoso, simpático, carinhoso, pai extremoso e dedicado, gostosão que só ele - e poderia ficar aqui o resto do dia - etc. etc.), é a versão 2.0 do Mr. Who!

Claro que o primo C. tinha que ser a versão melhorada (muito) mas quando o vi, depois de 1 ano de distância, apercebi-me que realmente um faz-me lembrar o outro.

É a vida que tenho.

3 dias que valeram por 6

E que bom que é quando sentimo-nos revitalizadas. Sim, 3 dias de muita piscina, brincadeira, sorrisos, calor, muito calor (definitivamente, Lisboa este ano não está com nada em relação ao tempo). Ainda me passou pela cabeça não ir, mas valeu bem a pena o stress (e bota stress nisso) ter andado a correr na sexta-feira para poder chegar ao paraíso apenas às 00h00.

Já regressei, sim, regressei para uns dias de trabalho, e saber que (SURPRESA DAS SURPRESAS) vou poder tirar uns dias de férias já agora no final do mês!

E agora, enquanto meio país lamenta-se por ter as férias a acabar (para muitas o sinónimo de que o verão também acaba), eu sorridente digo, o meu está mesmo a começar!

Ainda do meu passado...

A certeza de que não deu mais porque fui eu que me fechei em demasia, que afastava abafando as coisas que eram boas, podendo estas ser fantásticas, irá perseguir-me até ao fim dos meus dias. É uma certeza que se entranhou na minha pele...

E agora, agora arrisco. Com medo, sim, mas ciente de que "ao menos não ficou nada por tentar".

Into the Wild

Ontem comecei a ver este filme, na comodidade da minha caminha. Já duas pessoas próximas me falaram maravilhas do mesmo e eu, aquando da sua estreia, lembro-me de ficar curiosa para o ver, mas como sempre, fui adiando. E ontem foi o dia, deitei-me  e comecei a ver o dito. Na verdade ainda não o acabei. Tenho o filme dividido em duas partes, e ainda não tinha acabado a primeira e já o sono e preocupação com o dia de trabalho de hoje eram demasiados. Desliguei, hoje vejo o final.

Mas não é preciso ver tudo para que perceba aquilo que este filme provoca a quem o assiste. Nasce logo ali uma sensação estranha de auto-avaliação. Aquele olhar para dentro e fazer questões bem mais pertinentes do que “o que irei vestir hoje” “gostará ele de mim” etc, etc, etc.

Dei por mim a questionar quem sou eu? O que é que me faz sonhar? O que é que necessito ter ao meu lado para me sentir realizada? Como poderia melhorar (mais) a minha vida? O que é realmente importante? Será que faço oq ue faço para me satisfazer a mim, ou apenas para me integrar na sociedade? Tenho necessidade de sentir-me integrada, ms estarei eu a atropelar o meu "eu" para que isso aconteça?
Algumas destas perguntas irão ficar pela minha cabeça por muito mais tempo, mas outras.. outras pretendo começar a investigar a resposta com algum afinco... A ver vamos.

Coincidências

Foi ao procurar um documento para entregar à minha C., que descobri uma vez mais pedaços perdidos. Parece que fiz de propósito, durante estes anos ter escrito e guardado conversas tidas com as mais variadas pessoas. Como quem escreve num diário para mais tarde verificar o que foi feito/dito. E se fiquei feliz ao constatar que, só agora consigo perceber que à sua maneira também fui amada, também verifiquei que tenho amizades que se mantêm firmes e hirtas )(como uma barra de ferro) ao longo de cada ano.

Ah, e claro, também constatei que praticamente 2 meses depois apercebi-me que me esqueci de dizer os parabéns a alguém! Deveria ter sido a 17 de Junho... Eu não sou de me esquecer de aniversários, bom, melhor, eu não era de me esquecer de aniversários, mas com o passar do tempo, mais aluada fico. Conclusão, com certeza que depois de toda a confusão que aconteceu nos últimos meses, ela deve achar que não desejei parabéns por alguma maldade, ou vontade de esquecê-la (los). A minha falha fica aqui registada!

 

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