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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

Há coisas que nunca vou entender

Entrar num reality show com o intuito de ter um casamento de sonho no final?! Nada de novo, mais que compreensível.

Entrar num reality show com o intuito de ter o corpo de sonho, pois o grande prémio são dezenas de cirurgias plásticas que um qualquer cirurgião acredita tu precisas, é só triste!

Ao que este pessoal se submete.

 

Nunca, jamais, em tempo algum

Sonhei que iria despachar as prendas de natal em Setembro!

E não minha gente, não ando com qualquer pressa que dezembro chegue, e muito menos quero aceitar que o verão já acabou. Sei que ainda haverão dias de sol e praia para aproveitar, mas encontrei coisas em promoção tão tolas, mas tão tolas, que eram a cara dos meus tios! E pronto, em Dezembro em vez de me preocupar com toda a família,ja só sobram o mano, a mummy, a avó e o primo!

Quem diria hummm.

De resto, não há mesmo nada que eu possa dizer!

Sei que não é o momento apropriado, mas há que esclarecer...

 

Primeiro que tudo, não levei a mal… Aliás seria uma perfeita otária caso levasse a mal o que escreveste. Além de compreender, respeito o momento que estás a passar (e claro, família), a dor, a revolta. Mas gostaria que soubesses que da primeira vez que escrevi, não foi com um sorriso cínico ou com uma atitude leviana de quem vê o mundo cor-de-rosa. Pelo contrário, fi-lo de forma contida, receosa a pensar em todos os riscos e possíveis maus desfechos que a vida por vezes coloca na nossa frente. Acredita quando digo que sei bem o que é estar 6 meses de gestação e mais 20 dias de coração na boca, à espera que a batalha seja ganha, que os maus momentos transformem-se apenas numa má (péssima) lembrança. Sei o que é veres a família inteira, preocupada, durante o natal inteiro com a notícia e que algo não estaria bem (apenas aos 3 meses de gestação). Sei o que é rezar a todos os santos que deixassem chegar até nós esse pequeno ser. Acredita que sei, e que houve vezes que apenas as restantes más (péssimas) notícias me retiravam ele da cabeça. Acredita que, como bela pessimista que sou, preparei-me para o pior. E foi a pensar nesse pior que também residia uma esperança no meu coração.

Da minha história apenas posso dizer que sim, que tive a sorte de depois de tanto tempo de sustos, pude segurá-lo no colo. E posso dizer-te com todas as certezas que foi também por todos esses apertos que no momento de segurá-lo, soube que era amor incondicional. Sim, tivemos todos pura sorte, a maior das sortes. Acredita quando disse que ao escrever o que escrevi, desejei profundamente que tivesses a mesma sorte que eu tive! Simplesmente.

Desculpa estar errada, e tens razão ao colocar-me no lugar por não ter nunca sentido a dor de perder dessa forma alguém (e agradeço, pois gosto quando as pessoas têm essa capacidade de assinalar o que está muito mal, e apesar das boas intenções, não foi o mais correcto). E se voltei a tocar no assunto, foi porque tu deste a entender que o pior já tinha passado… E possas, eu já ouvi o alívio que a frase “o pior já era” pode trazer… e por momentos fiquei realmente feliz, por pensar que experienciaste a mesma felicidade que eu uma vez experienciei. Não quero transformar isto numa cena minha, mas apenas para explicar o porquê de ter escrito o que escrevi, principalmente da segunda vez. Estava errada, peço imensa desculpa por ter-te feito chorar. Peço novamente desculpa por falar sem conhecimento de causa (no que à perda diz respeito, porque à preocupação constante, já estou calejada), mas acredita que aquilo que escrevi não era uma simples palmada nas costas, ou algo dito da boca para fora para parecer bem… Foi realmente sentido!

E principalmente, desculpa verdadeiramente meter o dedo na ferida que se encontra ainda tão exposta.

 

 

(escrevo aqui, porque no fim de contas alonguei-me bem mais no discurso do que pretendia e um comentário virou post).

 

 

 

Paciência, procura-se

Muita coisa (a grande maioria felizmente) corre de feição na minha vida, e quanto a isso estou mais do que agradecida. Mas o que ainda não está a 100% deixa-me com o coração nas mãos. Este aguardar está a deixar-me à beira do desespero e não suporto. Sou demasiado impaciente para ver as coisas acontecerem para me sentir em total paz! O centro desta preocupação é a família, sei que está tudo bem, mas no fundo sente-se esta impaciência constante, que me vai amargurando ligeiramente os dias. Principalmente com a minha viagem a aproximar-se a passos largos, queria deixar tudo minimamente organizado, mas não estou a ver tal acontecer... A ver vamos.

 

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