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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

Cheguei à conclusão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De que devo ser das poucas pessoas em Portugal que, sempre que me é questionado "Tudo bem?" respondo com um sonoro e sorridente "tudo óptimo"!

É como li algures "Being happy doesn't mean that everything is perfect, it means that you've decide to look beyond the imperfections".

Dizia eu...

Para não ser subestimada. Pois, ontem a sorte realmente juntou-se a mim e fui atrás e fiz o que havia para ser feito. Tudo certo tudo marcado. E melhor, ainda passei no ikea para comprar as portas para a estante, que meti na cabeça que queria. Mas a cereja no topo do bolo foi mesmo a chamada recebida, um "estava a pensar ir ter contigo", antecedida por muitos risos e palhaçada.

Uma manhã de ronha, de marotice e parvalheira. E cuja greve foi a desculpa perfeita por ter chegado atrasada ao trabalho (nada por aí além).

Há dias que começam mesmo, mesmo bem!

Indecisões

Para o ano quero mais não é, viagens claro! Agora o problema surge com o destino. Grécia, Paris, Itália, há tanta coisa que gostaria de conhecer. Há Praga na agenda como a mais provável, já que há um maior número de pessoas interessadas. Mas depois ela  vem-me com cantigas, que está mesmo a pensar ir para o méxico, que quer um destino de sonho, quer o dolce fare niente e eu começo a ponderar. Para ir para o méxico, ou destinos realmente exóticos poderia ir para as Caraíbas, ou Tailândia mesmo, isso é que era a loucura, um sonho (se é para pedir, pede-se muito). Tudo muito bonito, mas para mim está fora de questão um destino de lua de mel, se for para nem sequer usufruir do mesmo com companheiro. Simples né!

Nunca me substimem!!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Corro atrás, faço trinta por uma linha quando quero algo... e só desisto quando, realmente, realizo que não está nas minhas mãos.

É que, caso se dê a mínima dúvida de que posso fazer A ou B para que aconteça, eu o farei...

E só por isto, só por esta teimosia, logo quero uma ajudinha da sorte ok... Sim, que eu mereço!

Os sentimentos também ficam impressos nas fotos...

A minha tia M., provavelmente devido à chegada do natal, liga-me a pedir fotos que eu pudesse ter minhas, da mummy e do mano. Ora como mais uma vez formatei o belo do pc, toca de pegar em cd's que já lá estavam encostados desde o belo ano de 2007/08. Tinha algum receio do que ia ver, já não tocava naquelas fotos/filmagens há demasiado tempo, não sabia como me iria sentir. Mas ao contrário do que imaginava, resultou num fartote de largas horas que passaram num ápice.

Comecei pelas de 2005, passei pelo espetacular ano de 2006 (especialmente fotos daquele verão) e depois, fotos de 2007! Já aqui disse e repeti que, a par de 2005, 2007 foi o pior ano da minha existência, mas devo dizer que ali ficaram impressos apenas os poucos bons momentos e gargalhadas dadas. Nunca imaginei ficar com o coração tão cheio após recordar as mais variadas peripécias. Ali ficou espelhado o que de melhor me aconteceu nos últimos anos, as amizades, os sorrisos, os beijos, os abraços, os mimos, as parvoíces, os olhares indiscretos, estava tudo lá.

A primeira vez que peguei no pequeno também lá estava, esse momento tão maravilhoso. Os meses seguintes, em que ele começava a reconhecer as vozes e falava com a sua mãma.

As relações também lá estavam, e ao contrário dos medos que tinha, apenas sobrou o contentamento por tê-las vivido. Após ver todas as fotos, tudo voltou a fazer sentido na minha cabeça, foi-me avivada a memória que aquilo que vivi, foi bom demais para ignorar.

E por fim, o que me soube melhor, ver o meu irmão minúsculo, com uma voz de menina e pequenito (puxa que em 4 anos o rapaz deu um pulo enorme!).

Ri-me a bom rir, partilhei algumas das coisas com quem melhor as iria perceber e fiquei com aquela maravilhosa sensação de que, apesar de tudo, a minha vida é tal e qual como deveria ser.

De pé atrás?!

E ela diz-me para não arriscar. Para não saltar que o perigo de uma queda livre é estatelar-me no chão, sem um pára-quedas que me amorteça, sem uma segurança. Ela insiste que não devia, que não é seguro e que devo esperar.. Esperar por algo que valha a pena, mesmo que para mim o significado desta frase seja tão ou mais abstracto que um quadro de Kandinsky. Eu só consigo pensar que, se não tentar, nunca saberei se ela tem razão ou não... E viver com os "se's" é tão ou mais penoso do que viver com um pedaço de nós partido!

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