Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

E para começar a semana a rir... Cocó!

Estou completamente doida com a descoberta que acabei de fazer, em relação à música nova portuguesa! Isto é uma relíquia, azeite português do melhor.

A começar pelo encanto natural da moça - mamas falsas o quê? a sua graciosidade ao sair da piscina, o encanto do refrão – eu quero sexo (nada que já não tivéssemos percebido com as mamocas a apontar uma para este outra para oeste, ao léu e a cara de mega badalhoca que a moça faz) – a sua atitude “eu sou boa cumó milho e fiz uma música do caraças” enquanto se encontra na cabine do dj... Isto é uma pérola.

O pior é que até aposto que com tanto azeite vou ter de gramar esta merda durante o verão, vezes sem fim, quando me dirigir à terrinha.
A única coisa que digo, genuinamente a favor, é que uma boa maquilhagem e um cabelo comprido bem cuidado (falso ou não) fazem milagres...

E atençao, que ela queira sexo, não julgo, diz que se for bem feito é coisa para animar e acabar com muitos males, mas chamar de música a isto é exagerar um bocadinho certo?! Certo.

Ontem senti-me velha!

Mesmo ainda sendo uma pirralha, ontem estar 2h num bar foi doloroso, mesmo estando tão bem acompanhada! Só crianças à minha volta, não reconheci (nem gostei) de 95% das músicas. Vontade de voltar para casa o mais rápido possível e ir para a cama. Confirma-se, saídas à noite, ou para sítios onde eu saiba que a música é para dançar, ou bares onde é possível manter uma conversa, ou fica-se por casa!
Contudo, foi um serão agradável - Mesmo ficando sem bateria!

...

É estranho quando validam aquilo que sentimos como o correcto! É estranho ouvir outra pessoa dizer aquilo que vai aqui dentro de forma tão acertada! Ainda me encontro abananada com o que ouvi, com o que devo fazer. às vezes é impossível ignorar certas coisas, por muito que queira.

Ontem perguntaram-me

"E sobre ele, vamos falar?" ao que respondi que não havia muito a falar. Já foi dissecado o assunto, está morto. Pergunta-me se ficou alguma mágoa. Prontamente, respondi que não... Entretanto parei, respirei fundo. Olhei para dentro, bem lá no fundo como faço sempre para aproveitar estes momentos e ser sincera, regressei a mim e reafirmei o não. Que estou realmente em paz, que desejo toda a felicidade, que segui em frente porque sim, porque somos humanos e todos cometemos erros. Foi um acontecimento no tempo, tocou, ficou lá atrás, mas que ao contrário das outras mil coisas que me apoquentam, sofri no momento, chorei no momento, aparvalhei no momento e acima de tudo, tratei o que havia a tratar no momento. E acabou, a vida seguiu o seu curso.
Gostei do seu sorriso ao aperceber-se da minha honestidade.

E lá segui para o jantar um pouco mais leve (aliás, como sempre).

Sessenta!!!!

EUROS... 60... Seis, Zero... Porraaa!!!

Agora para aprender vai ficar fechado constantemente na sua gaiola de viagem, para assim não correr riscos de andar desvairado pela casa e atrás de sei lá o quê como se de um gato de corridas se tratasse!

Isso é que era, fechadinho para sempre, não havia mais arranhadelas em momentos impróprios, nem expiações enquanto tomo banho, ou faço necessidades (tenho de registar a teoria do gato ser um velho reencarnado), nem acordar a meio da noite quando ele vai ao wc e toca de fazer barulho com o raio da areia ( o meu sono anda, estupidamente, leve), nem haveria mais a confusão na cozinha a cada vez que ele decide explorar o território, nem esponjas da louça em pedaços pelo chão da sala, nem... Era um castigo a sério!

Sorte é que tirando toda a minha insanidade clássica, até que sou menos negligente que a mãe da menina da tatuagem do Bieber, e bora lá de assumir a responsabilidade de adoptar o rai do bicho e meter uma rolha. É que no final de contas até gosto bastante de ter aquele brinquedo felpudo e mimalhas como companhia. Mas que a minha vontade era partir-lhe o rai das bentas que ficaram intactas, isso é...

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mais visitados

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D