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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

Provas de amor

Não é preciso muito para perceber que a vida é feita de altos e baixos. Aqueles momentos em que estás em pleno céu, e os outros em que cais de forma tão brusca, tão forte que formas um cratera imensa. Passamos da profundidade à maior das altitudes, nesta constante que é a vida. E aprendemos a amá-la assim mesmo. Aprendemos que devemos amar sempre a nós mesmo primeiro, que a única vida que temos é a que nos foi atribuída. Acabas por interiorizar que, no final de contas, os sentimentos não se transmitem, são tão nossos, que a tua vida é só tua, tal como o que sentes. Queres arriscar e voar, aprendendo a calcular os riscos e sabendo que te poderás magoar. Não te importas. A vontade de ser projectada novamente para cima fala mais alto... E dás por ti, no chão, mais uma vez, caramba que ciclo! Abres os olhos, enxugas as lágrimas e habituas-te à sensação de ir buscar forças. Sabes que as tens... Mais uma vez pões-te de pé, vitoriosa. Continuas caminho, és feliz  e de repente, como que de uma  revelação se tratasse apercebeste desta constante, de cair e levantar. Apercebeste que tens essa força, mas apercebeste mais ainda de como gostarias que da próxima vez que caísses, tivesses a sua ajuda para te levantares.

Porque no fundo é só isso que queremos... Provas de que vale a pena cair.

Engraçado

 

Hoje pensava em como é engraçado que na vida, ao longo desta, tantas e tantas vezes nos cruzarmos com tantas outras vidas, outras histórias, que poderão entrelaçar-se na nossa, ganham relevância (nem que seja para ajudar a moldar um pouco mais o nosso carácter), e tempos depois, são encostadas num canto. Isto já me aconteceu incontáveis vezes, com amigos, pseudo-amigos e pessoas assim-assim. É como se aquele momento se tornasse tão distante, que afinal realizamos ter sido numa outra vida...

Desconcentra-me!

Estava aqui entretida com as tarefas do dia,  ia cumprindo-as de forma mecânica mas atenta, até que me bateu forte. A tua imagem, a nossa imagem, a sorrir um para o outro. Esta imagem minha, qual criança a desvendar um mundo que desconhece, a olhar para ti e a tentar desvendar o que era “isso”. “Isso” que me fazia sorrir, admirar-te e sentir-me atraída. Se passaria pelo castanho dos teus olhos, ou por qualquer outro traço. Sem uma resposta concreta, limitei-me a apreciar a beleza não da cor, mas do todo, até que da minha boca se soltou um “Tens uns olhos bonitos”! O terno sorriso que vi surgir confirmou que o “isso” é indefenido. Sinto-me atraída porque sim, porque vejo a beleza sem sequer a conseguir descrever. E com todos estes devaneios, desconcentro-me do mais importante e volto a sonhar acordada, a recordar o que foi, que foi tão bom!

O que me vale é que não sou levada a sério!

Impulsiva até dizer basta, digo coisas que nem sei se deva dizer/fazer, e depois é que começo a ponderar se é o correcto! Por vezes a necessidade de expelir o que cá vai dentro é maior, a frustração e confusão que se instalam tem de ser verbalizada para que mais facilmente desapareçam... Agora o melhor é fingir-me um caranguejo e dar dois passos atrás, ter uma perspectiva mais ampla da coisa, e só depois dar um passo em frente!  Além do mais só a morte é irreversível certo?!

Se irei chegar a algum lugar desta forma, não sei, mas que é isto que estou a precisar para encontrar o meu Norte, já demonstrei que não tenho qualquer dúvida... O amanhã  logo se vê!

E vai mais um (devaneio 1639)

A culpa é das conversas tidas a princípio por pura coincidência, a longo prazo porque há sempre alguém que elabora teorias demasiado rebuscadas, tolas até, mas que fazem estragos suficientes para deixar-nos a pensar.. e pensamos e repensamos, e quando damos conta, estamos tão embrenhados nelas que fugimos da rota que até ali tinhamos mantido, perdemos a noção da direcção e desviamo-nos daquilo que queriamos desde o príncipio.

A culpa também é minha, por dar ouvidos a essas conjecturas que nos toldam a mente... Vamos atrás do que é dito, para provar se estão certas, ou não! Ou seguimos as vozes só porque sim, na esperança de adiante podermos encontrar o nosso norte novamente. Orientarmo-nos seguindo a bússula como assim deve ser, sem grandes desvios, sem olhar para outros dados externos, devia ser sempre assim. Seguir aquilo que sentimos, “ouvir o coração" como muitos dizem com alguma atenção, ao invés de ouvir aquilo que não interessa. A minha falha foi ouvir as vozes que gritavam impropérios aliciantes, ao invés de me manter ali, no caminho que tinha delineado... É que muita das vezes, há vozes às quais não vale a pena prestar atenção...

Chamar as coisas pelos nomes

Eu sou perspicaz... Já antes o tinha dito, já antes tinha reparado nessa minha condição. A perspicácia é uma das minhas mais naturais características. Acontece, simples como ela só. Limito-me a perceber, mesmo sem raciocinar. Olho, escuto, e apercebo-me. O problema é quando não dou atenção às conclusões a que chego, relego-as como se de uma mentira se tratasse. E depois quando confirmo que estava certa, chamo-lhe coincidência ou 6º sentido! Não, é mesmo perspicácia...

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