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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

...

Várias vezes abri este canto para cá deixar alguma palavra… Tanto sobre as festas que decorriam, como o reencontro ou o meu estado de espírito. Mas rapidamente me apercebi que no fundo não queria aqui deixar nada. Nem a usual revisão do ano que acabava.

Foram dias estranho estes que passaram, ainda não os consigo esclarecer a 100%. Uma espécie de nostalgia inundou-me, senti-me cansada como nunca antes, sem vontade para nada. Até que dia 31 acordei com certezas entranhadas na pele. Senti que chegou a hora.

2013 foi o ano quase perfeito, que deixará imensas saudades e deu-me tudo o que havia pedido. Foi um ano de mil sorrisos e coração cheio, momentos maus mas que foram embora tão rápido como haviam chegado. Senti que acabei o ano com novo fôlego, apesar de estar com a alma triste do medo de perder quem gosto. Mas como só quem vale a pena segue comigo, este ano entrei apenas com a máxima “o que tiver de ser será”. Não pedi os usuais desejos de fim de ano, limitei-me a agradecer em silêncio todas as bênçãos que o ano me trouxe. Não tenho muitos planos como antes fazia, não tenho grandes ideias para desenvolver este ano (tirando uma ou outra curta viagem). Para 2014 pedi apenas que fosse ligeiramente mais maneirinho que 2013. E o resto, o resto acontece.

Novamente o passado

Quem me conhece sabe perfeitamente o que o passado para mim significa. O que este envolveu, e como há coisas que simplesmente quero deixar de parte. Mas há uma coisa em particular que coloquei de tal forma de parte, que não a aceitava como real.

 

Foi no dia 14 de fevereiro de 2007. Combinado era passar a noite juntos e o dia seguinte seguir viagem. Não para comemorar nada, simplesmente havia tempo, dinheiro e disponibilidade.. E vontade, muita, de ambas as partes! E a verdade é que nessa mesma noite, resolvi ceder como sempre me negara. Deixei de parte inibições, dei-me ao prazer a 100%, sem pensar em amanhãs, em sentimentos (que mesmo mentindo a mim mesma começavam-se a fortificar) nem se era certo ou errado. Daquelas noites em que abracei, beijei, fui beijada e acarinhada, deixei-me levar pela paixão como muitas poucas vezes naqueles tempos o fiz. E foi sensacional, tudo! O regresso soube a pouco, e recordo-me de ter sido dos últimos bons momentos a desfrutar com esse alguém. Regressada a casa, resolvi calar o que sentia e apaguei o que se tinha passado, apaguei as palavras que ouvi, como já me tinha habituado a fazer e coloquei de parte. Foi uma espécie de sonho, e ali ficou, uma boa recordação, mas para não ser recordada!

 

Entretanto a vida seguiu e mais não falei sobre esta noite, até hoje.

Hoje falo porque menti a alguém em relação à mesma. Não menti porque achei errado, menti simplesmente porque há assuntos que deveriam ser fechados, para sempre. Uma pessoa explica uma vez, duas vezes, três, quatro.. e a partir daí, pormenores que magoam deixam-se de parte... Pois bem, foi aqui que errei. Há pormenores que não podem ser deixados de parte, eu melhor do que ninguém sei disso, e não estou nada contente comigo mesma por não ter sido sincera. Sinto-me envergonhada e triste, desiludida, embora perceba o porquê, no fundo sei que se fosse eu, não iria desculpar facilmente. Afinal a verdade deve ser tida em conta acima de tudo.Foi a única mentira que disse e sei que já tive as consequências disso. Tudo isto principalmente quando se tem um caderno com mensagens antigas a atestar as conversas tidas em outros tempos! Caderno esse, perdido na confusão das mudanças, achado no momento errado.

Foi isto que aconteceu, tal e qual. Não sei em que é que o pormenor desta noite te poderá ajudar a justificar o que quer que seja. Sim, compreendo-te perfeitamente, há coisas que doem, mas deverias saber que há atitudes a tomar e atitudes que se tomam.

Só espero que um dia possas crescer como pessoa, para bem da tua saúde mental, porque é como sempre disse... Tu não jogas com o baralho todo.

Eu fico por aqui, tenho grandes pessoas à minha volta, e de gente desequilibrada ando eu farta.

Quanto à verdade que agora vais imaginando, força... acreditamos apenas no que queremos. Have a nice life, i will...

 

 

 

 

Agora que a azia já me passou

Depois da péssima notícia dada ontem por volta das 19h pela minha sofi, e depois de uma completa desilusão (e raiva crescente por ser pobre e esperar sempre pelo fim do mês) já me passou a neura por, afinal, não ir ver os meus lindos Pearl Jam e LCD... azar, é a vida. E já que este ano qualquer outro festival fique muito aquém no que diz respeito a bandas, aguarda-se o próximo (com pressa nenhuma). Pode ser que o sudoeste ou Paredes de Coura sejam melhorzitos...

Agora tenho de pensar em coisas bem mais importantes, como a defesa do projecto que se avisinha... ai ai.

Volto depois.

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