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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

O meu fim de semana foi melhor que o teu

A família veio em peso para o jantar de aniversário. Na sexta siga para copos com pessoal mais novo, e viva o cais e um bocado de música 80as e 90as. Até de manha, com um andamento que vai lá vai. PERFEITO!
Sábado com muito custo lá nos levantámos, depois de 4 horas de sono. Almoço que duram horas e enquanto metade foi ver o Benfica, a outra metade seguiu para curtir os trampolins. Um fartote, rimo-nos tanto que já nem forças tínhamos para saltar. As dores musculares e o cansaço começaram a aparecer. Isso e o lábio inchado, resultado de ter caído de boca no trampolim e trincado o lábio… e queimado a cara, but all is good, passar por água e seguir aos saltos. Vale muito a pena.
Saída, rumo ao restaurante com um atraso de hora e meia (os senhores do restaurante foram uns santos). Arranque para disco e chegada a casa tardia. Acordar com ainda mais dores musculares, despedidas e beijos. Nestes dias a única certeza é que nada bate o nosso seio familiar! Muito, muito amor.

Natal, Família, Amizades

Visitei Angola. De todas as viagens que tenho feito, esta foi a que mexeu mais comigo. Visitei o país que viu os meus nascer. Visitei o país que tinha medo de encontrar. Visitei uma realidade que me abalou de tal modo que ainda hoje não encontrei as palavras correctas para o descrever.
Desde que sobrevoava a costa, via de cima cores novas, o amanhecer de uma cidade desconhecida, apaixonei-me. Não engano ninguém, para quem vai numa primeira fase não deixa de ser um choque mas eu estava, de facto, preparada para o pior e cheguei a ser surpreendida pela positiva.

Eu não tinha noção da necessidade de conhecer este canto do mundo até lá estar. Conhecer família que se julgava perdida para sempre, abraçar família que nunca vi mas que senti instantaneamente o amor que existia. Abraçá-las pela primeira vez foi um momento tão afectuoso, tão completo que a única coisa que consegui fazer foi chorar. Apaixonei-me pelos primos que não conhecia, pela pureza das almas, pelo carinho com que fomos tratados.
Descobrir os locais, as belezas naturais e perceber que a eles só falta o acesso a melhores condições de saúde e de educação porque o resto, que é tanto, eles têm . Fez-me ter uma perspectiva muito diferente da vida. Não, não acho mesmo que em Portugal sejamos muito mais avançados como nos querem fazer acreditar. Temos casas e educação, é verdade e é claramente um beneficio incomparável mas há tanta coisa que lá ainda dão importância que aqui já está perdida que fiquei a questionar quem é, realmente, o evoluído.
Fiquei com vontade de conhecer o país de lés-a-lés após visitar a praia quase deserta, a cachoeira, ver os vestígios da guerra, encarar o pó tão típico. O encanto que foi ouvir as histórias da guerra e perceber o quanto esta danificou a mente dos meus tios que nela foram obrigados a participar… Perceber a bondade e a tristeza da minha tia mais velha que passou por tanto, perceber que a minha tia mais nova tem a genica, a humildade e a paciência da minha mãe. Perceber que eu partilho muito da personalidade do meu tio e tornou-se um dos que mais me marcou… Perceber que ali ficou um pedaço do meu coração, ali, onde nunca antes tinha estado e que me senti de imediato em casa no primeiro minuto.
Para sempre vou-me recordar da noite de consoada e de natal, com a lua como candeeiro a partilhar histórias e conhecimentos, encantada com a pureza e simplicidade do momento.
Sair de lá com o coração na boca porque a verdade é que não sei se teremos a hipótese de estarmos juntos… Saber e aguardar com toda a esperança do mundo que sim, isso irá acontecer.
O restante da viagem resume-se em estar com as amizades que me acompanham desde a minha adolescência. Foi bom cimentar e perceber que há, de facto, pessoas com quem tudo flui com naturalidade. Passagem de ano pacífica, a agradecer o ano fabuloso que tive e a desejar uma continuação de boas colheitas para 2016.
Foi a despedida que 2015 merecia, uma viagem que foi exactamente como era suposto ser, uma viagem perfeita.

Feliz Natal

Tenho a certeza que a viagem me fará mudar. Vou regressar outra depois disto, sinto-o tão certo...
Começa a cair a ficha, até aqui limitei-me a organizar a viagem mas não me estava a perceber do que ela acarreta!
Prevejo dias de sentimentos intensos, muita emoção. Comecei assim o ano e assim vou terminar.
2015 foi espetacular e só desejo que 2016 continue a ser esta sucessão de bons acontecimentos.

Comer, é só o que esta gente sabe fazer

E um encontro que deveria ter demorado 4h estendeu-se pela noite toda. Jantar regado a gargalhadas, seguido de borga até as 6h00, sem que ninguém se percebe-se ao certo como é que a noite tinha passado tão rápido. Repetir jantar em família e voltar a deitar-me já o dia ia alto. Acordar e preparar para almoço que durou a tarde toda. Como se não bastasse ainda fomos espreitar o “festival do hambúrguer” seguido de cocktails. Ainda deu para encerrar a noite com chocolate quente! Uma vez mais, momentos simples provam ser a melhor coisa do mundo.
Um fim-de-semana que deixa saudades, que prova que o bem mais precioso é o elo que existe. Um fim-de-semana repetir com igual vontade de dançar, de aproveitar o momento, de querer estar com quem se ama. Cansada fisicamente mas de recarregada no que a boas energias diz respeito. Claramente, o amor também alimenta.

Hoje sonhei com ela

Que ela me ligava e, no seu eterno tom alegre, me dizia para eu não me esquecer de tratar das ervas que deixou! Assim mesmo, nestes termos… E para dar um recado a um tio, recado esse que não me consigo lembrar por nada.. Ainda a meio lembro-me da felicidade que foi falar com ela, de como o meu coração ficou descansado e entusiasmado por ter notícias. Lembro-me de abanar a minha mãe para que ela a visse, ali pela fresta da porta da sala. Eu estava a vê-la porque raios a minha mãe não a queria ver. E aí acordei e percebi o que tinha acontecido e o que tinha sonhado. Acordei e percebi que era um sonho, que as saudades são para durar. Incomoda-me não me lembrar do recado que tinha de dar mas a sensação de ter matado saudades, mesmo que de uma forma tão irreal serviu para me acalmar! Coisas da vida.

Deve ser este, o significado de bênção

Tenho de me lembrar mais vezes das pessoas, aliás, das pérolas que tenho à minha volta. Das pessoas especiais que me rodeiam e que me lembram o significado de amar. Pessoas que, ao contrário do que pensava, ao invés de um “eu bem te avisei” ajudaram-me e ampararam a queda, acalmaram-me e apoiaram-me. Apenas me recordaram as coisas que eu já sei, são águas passadas e, acima de tudo, que há pessoas cuja própria conduta será a sua queda.. e cairão sozinhas.
E agradeço, agradeço do fundo do coração por eu ter a sorte, não só de tê-las por perto mas, principalmente, por serem pessoas iluminadas, boas e justas no seu âmago.
E como o meu primeiro instinto gritou, tenho é de regozijar-me por, uma vez mais, ter sido levada a perceber a verdade do que me rodeava.

Férias de 2015

Com o final das férias de verão percebi que já não me apetece deixar aqui o relato do que foi. E não é por não ser digno de memória, simplesmente já passou, já era. Foi bom, óptimo (e super cansativo, com níveis de stress máximo) mas já não sinto necessidade de explanar isso aqui. É uma fase minha diferente. Foram férias que deixam aquele gostinho a “quero mais”, onde saudades foram colmatadas e onde notícias várias comprovaram o ano de fecho que ciclo que eu sinto estar a ser.
Agora é o regresso a casa e aos dias de surf. Venham eles.

Fim de semana num correrio

Sexta feira, sair do ginásio, encontrá-los na estação e seguir para casa. Pequeno-almoço demorado, saboroso e relaxado. Chegada à praia para a aula de surf, aquecimento que me deixa de rastos, nevoeiro cerrado, braço deslocado e aproveitar para ir almoçar. Regresso à areia, convívio curto com amiga de infância, luzes sobre o que comprar para iniciar-me “à séria”, regresso a casa para preparar jantar. Cansaço extremo e mesmo assim arrastam-me para borga nocturna. Poncha para matar saudades, caipirinha da praxe e siga para a dança até à 6h da manhã, todo o tempo a ser completamente perseguida por “um apaixonado”. Chegada a casa às 7h30 não sem antes tomar o pequeno-almoço saboroso numa pastelaria. Acordar ainda muito cansada, preparar almoço em família, adormecer com cansaço, despedida, preparar todo para dia seguinte e finalmente dormir o sono reparador que merecia.

Soube bem, muito bem mas hoje estou toda rota por ter trocado os horários de sono…

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