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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

Da ( minha) estupidez intrínseca

(foto da net claro)

 

Não sei se isto se deve a ultimamente vir a ouvir mais assiduamente as fantásticas manhãs da rádio comercial, como fazia religiosamente à cerca de 10 anos (DEZ, ai meu deus, já DEZ) antes d ir pra escola. Sempre adorei as rubricas do Nuno Markl ainda no tempo do então recente “Homem que mordeu o cão” e que tais. Ajudava-me a ir mais bem disposta para o que na altura achava eu ser um sacrifício (a escola claro). Mas dizia eu, não sei se será simplesmente daí, mas há dias em que me lembro de episódios que marcaram os meus dias de infância, e devo dizer que sempre, mas sempre fui uma tal ezzzzztúpida. Hoje lembrei-me de comentar aqui algo não menos estúpidos, mas que concerteza fazia parte de outras almas que por ai andavam.. O mito dos amoladores! Vou chamar assim à coisa, porque não me ocorre melhor.

 

Ora, o que era então este mito (para o pessoal mais novo, da idade do meu irmão que fica embasbacado de cada vez que lhe conto coisas desses tempo (como se de outra ERA se tratasse, mas fazer o quê, 8 anos e 10 meses pelos vistos podem ser considerados uma vida)... Bom, antes que volte a divagar, directa ao assunto.

 

Foi provavelmente ainda em dias de escola primária que, ao ouvir aquela música (??) que os senhores entoavam com a gaita tão característica (eu lembro-me bem daquele assobio irritante a ecoar, avisando a sua presença a quem precisa-se dos seus serviços) e melhor ainda de ouvir (talvez uma das amigas, já não sei) dizer-me que aquilo era a chamar a chuva. Na minha santa inocência (sim, eu era muito inocente naquela altura) lembro-me de ficar a ponderar no assunto, mas sem dar muita importância. Até um dia fantástico de verão, daqueles que nos deixam felizes, mas que por alguma razão estava chateada no meu quarto, e ouvir ao longe esse som tão característico. O pensamento que me ocorreu imediatamente, mas num tom de raiva absoluta foi: “Mas para quê que existe alguém que chama a porcaria da chuva? Há mesmo essa necessidade?”. O normal seria que, depois deste pensamento, eu me apercebesse que eles não servem para isso, mas não, ainda demorou muitos mais anos a aperceber-me para que servia realmente esse som.

"Bottom line is" como é possivel alguém lembrar-se de inventar este mito? E quem diz estes diz outros tão ou mais aparvalhados.

Que estupidez tão grande... Ai infância, onde já vais.

Jem e as hologramas

Ao verificar as fofocas de hoje, vi que toda a gente falava do decote da Rita Pereira... Bom, sem me alongar no assunto, que não tem muito a ser dito, a verdade é que deu-me para procurar imagens do que tudo falava, mas o que encontrei não teve nada a ver.

Encontrei os bonecos que fiz a minha mãe alugar milhares (quando digo milhares não é a brincar) de vezes quando era novinha! Os videoclubes eram novidade e sempre que lá ia pedia o mesmo à minha mãe, para ver a Jem. E por alguma razão estes bonecos nunca passaram aqui em Portugal, apesar de lá fora ser a loucura... Então via isso repetidamente, porque cada cassete só tinha 3 episódios.

Lindo pah, fiquei tão feliz, ainda sei a música de abertura e tudo.

Amanhã já vou passar a tarde a explicar isto e só a minha mãe vai-me entender! Vou dormir tão melhor hoje...

 

 

Sim, estou mesmo à beira de fazer 25 anos!

No passado sábado ao ir buscar a mummy ao trabalho, reparo num saco grande que ela trazia, cheio de coisas. Preparava-me para começar a dar-lhe na cabeça (tem a mania de aceitar tudo o que é lixo que lhe dão) e tecer os comentários de sempre de que aquilo eram só cacarecos, que não serviam para nada, e blá blá blá. Quando espreitei com estes pensamentos a passearem-me na mona, qual não foi o meu espanto quando, ao olhar de soslaio, visualizei que eram brinquedos... e não quaisquer brinquedos, vi logo vestidos brilhantes, um ken, e cabelos loiros. Entre os vários brinquedos estavam lá algumas barbies (não sei se já aqui falei na minha pancada desgraçada por esta boneca da minha infância). Mandei um berro tão grande e tão estridente que a minha mãe e irmão assustaram-se e pensaram que tinha acontecido algo ao carro (estava a conduzir). Mas foi um sentimento genuíno, parecia que o caminho para casa demorou eternidades, tal era a vontade de vasculhar melhor o saco.

Chegada a casa, estive à vontade 1h a separar o que me interessava ou não! Ainda estive a vestir as bonecas e a por tudo direitinho até que a necessidade de me preparar para o trabalho soou mais alto. O meu irmão meia volta olhava para mim, incrédulo, para confirmar que o meu entusiasmo era genuíno... A minha mãe ria-se de cada vez que aparecia na sala.

Isto tudo para dizer que faz-me uma confusão danada estas crianças (que só porque têm 9 anos já se vão considerando pré adolescentes) e que dizem não gostar de brincar com bonecas, que já são crescidas! Tenho uma real pena dessas criaturas que ninguém imagina. E conheço uma menina assim.

É triste, porque não sei se estas meninas amanhã terão alguma ideia do que estão a perder!

É que brincar, poderemos brincar para o resto da nossa vida, mas nunca será com a vivacidade de quando somos crianças!

 

Ps: haviam de ver a minha felicidade ao vestir as bonecas... Recuei no tempo!

I'm 24... So What!

Há muitos anos, ou pelo menos 2, que deixei de ler o "Post a Secret" com a religiosidade de outros tempos, raramente o faço hoje em dia. Mas ao ler este blog, não pude evitar roubar este segredo e colocá-lo aqui.

Eu encaixo-me maravilhosamente no conjunto de pessoas que ao nadar fingem ser estes seres do mar, que em infância me encantavam, e acrescento, a sensação que tenho ao nadar desta forma é de um gosto supremo! A-D-O-R-O... Não sei bem o porquê de tal sentimento, e sinceramente nem me interessa. Enquanto puder nadarei à sereia por muito e muito tempo.

Pronto, só um pequeno desabafo!

A mais recente pancada

Veio o babe passar uns dias comigo. Calhou falarmos nos desenhos animados de infância, e depois de uma vasta lista, começámos a falar da Saillor Moon, ou melhor, na navegante da Lua! O pior é que, apesar de eu e a sofi sermos as meninas, quem se lembrava dos nomes de todos os personagens era o babe... Rimo-nos que nem uns perdidos a falar da série, do quanto gostavamos de algo tão parvo. O tentarmos identificar a idade co que viamos isto (entre os meus 6, 7 ou 8 anos, não mai). Com a curiosidade vai-se ao you tube e recomeça-se a ver tudo de novo! Pancadas...

 

 

 

 

Bons momentos que relembro ao ver isto...

 

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