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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

Olhá parvalheiraaaaaa

A Blaya é a prova viva de que, quando se têm outros assets – já viram bem aquela gaja a remexer?! Benzá deus até a mim que consigo fazer o mesmo, deixa abananada - a celulite não faz mal nenhum. Fica mal, pois fica, para nós gajas que prendemo-nos  por coisas tão superficiais. Com um rabo daqueles e uma elasticidade daquelas é uma das gajas mais desejadas que prai anda (trust me, she is)...  Ah pois é, deixemo-nos de merdas que a celulite ataca quase todas!

 

Um video fofinho pra quem não sabe quem é a moça:

 

Acho que, nunca antes, compreendi os homens tão bem!

Nós mulheres quanto mais apaixonadas estamos, menos sentido prático temos! É uma coisa por demais. Complicamos as coisas fáceis, só porque sim!

Juro que não entendo porque somos assim, mas a verdade é esta, mesmo a sério. Não sei se é por batermos com a cabeça no passado, ou por ouvirmos falar de histórias trágicas das amigas, ou porque pura e simplesmente não acreditamos que se possa passar por um momento de felicidade, já que “nada é perfeito” e começamos a questionar tudo. E a maior parte das vezes são coisas R-I-D-Í-C-U-L-A-S!

Um “quando podes cá vir?” não basta, queremos ouvir “quero que venhas ter comigo” e exactamente por estas palavras, porque se assim não for, pura e simplesmente não conta. E é esse o problema. Quando idealizamos a frase que queremos ouvir, não prestamos atenção àquelas que eles emitem com um significado idêntico! Não sabemos apreciar o dom que é amar alguém na sua simplicidade, havemos de ir buscar aquele pequeno detalhe, aquela pequena dúvida ou insegurança para justificar todos os medos e toca de dizer/pensar em asneiras. Eles têm razão quando dizem que somos do pior.

O mais ridículo de tudo isto é que hoje escrevo com a maior das certezas, sou mera espectadora da vida das amigas, mas amanhã, amanhã sei que serei eu a cair neste erro e não há como o evitar! Está-nos nos genes... MULHERES!

Sou oficialmente uma mulher...

Tenho a mala tão cheia de tralha, mas tão cheia de tralha que não encontro o que quer que seja lá dentro!

Belos tempos em que apenas andava com as chaves de casa, o telemóvel e a carteira numa mala minúscula... Pois, lá está, o problema é mesmo este, andar com malas enormes. Quanto maior, mais coisas vamo-nos lembrando de colocar e depois dá nisto. Ontem ao comparar com a mochila que o meu irmão leva para a escola, estava quase com o mesmo peso (se colocasse mais um livro teria sido igual)!

Começo a perceber o porque das dores nas costas...

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