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(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

(+) Uma maluca que julga ter juízo

Desabafos e bocados do que vou (vi)vendo...

Ciúmes doentios

Relações possessivas não são o meu forte. De facto, não consigo perceber as relações que são mantidas à base do “não falarás com ninguém do sexo oposto para além de mim”. Não consigo entender pessoas que proíbem o cônjuge de manter relações de amizade que já existiam antes da própria relação amorosa. Não entendo as pessoas que são assim, que não sabem e por muitas vezes não querem  confiar.
Do muito pouco que sei sobre relações amorosas é que nenhuma irá correr bem sem o mínimo de confiança. Estrangular-se o outro com desconfianças despropositada então é o cúmulo.

Cada um sabe de si, e eu espero sinceramente que a vida não me coloque na frente um “amor” desse género. Mas não consigo evitar ficar perplexa quando vejo pessoas afastarem-se de amizades apenas porque não têm a coragem de terminar uma relação, relação essa que assumem já não existir, uma relação morta, apenas para não se chatearem ou não criarem tumultos, ui se fico!

Ah.....

Só mais uma coisinha... Deste meu post aqui  há uma  importante ilação a tirar.

Há sensações, saudades, sentimentos, o que queiram chamar, que nos assolam em certos momentos, por uma ou outra razão.Quando isso acontece, só queremos fazer o que no momento achamos melhor, para acalmar essa dor/sensação - entrar em contacto com essa pessoa, senti-la mais uma vez e dizer o que se quer.

Eu pensei seriamente em admitir em plenos pulmões um sincero "ainda gosto demasiado de ti", ao telefone ou pessoalmente, sabendo que estaria a largar uma bomba atómica. Mas contive-me, tive as minhas razões para isso, e cada vez mais tenho a confirmação  de que são mais que válidas - É que hoje vejo como teria sido um ENORME erro.

Há momentos em que temos mesmo de encostar e esperar que este tipo de vontade passe.

 

 

Shall i or shall i not tell her what i think?

Há dias que penso em escrever sobre isto, e mesmo assim nem sei por onde começar.

Faz algum tempo que ando preocupada com o facto de uma amiga minha estar agora enrolada com o meu ex. E a minha preocupação não se debate com o eles andarem-se a comer, mas sim porque ele é alguém que conheço melhor que ninguém, e sei que isto (e espero sinceramente estar errada), poderá ser de certa forma, como que um desastre prestes a acontecer.

A começar pela razão de tal relação. Há uma carência enorme de ambas as partes, a necessidade de se sentirem amados. Há também uma certa instabilidade emocional em cada um. Por fim, a verdade é que há também uma certa irresponsabilidade ali pelo meio.

Todas estas características levam-me a ficar reticente quando me apercebo que, após pouquíssimo tempo (1 ou 2 meses, 3 no máximo) de romance à distância, vejo que ela larga tudo para arriscar vir para Lisboa para uma nova vida. Nova vida essa que ainda não percebi em concreto, visto ser actualmente impossível terem um espaço deles, trabalho ou mesmo grandes perspectivas para o futuro... Aliás, permitam-me rectificar, perspectivas viáveis para o futuro.

Se eu acho que por um lado ela tem mais probabilidades aqui do que na terrinha? Oh sim, sem dúvida. Agora poderiam é fazer as coisas com pés e cabeça e a falta disso é que me faz um bocado de confusão. E é ver-me apetecer falar tudo o que me passa pela cabeça, dizer o que penso, como gostaria que qualquer amiga minha fizesse caso fosse o contrário. Mesmo sabendo que serão conselhos perdidos, sinto necessidade de ser sincera, de dar-lhe a minha opinião. Mesmo sentindo que isto não tem anda a ver comigo! E é assim que encontro-me dividida a pensar se comente ou não comente!

Conclusão de tudo isto, devo ou não dizer-lhe o que penso?!

Resposta à mensagem recebida

Achas mesmo que um pedido de desculpas seco daqueles, ainda por cima por mensagem vai apagar o que se passou. Limpar a tua folha como que por magia. Achas mesmo que depois da tua atitude eu simplesmente iria agir como se de nada se tivesse tratado!

Já me conheces bem e se há coisas que digo que não perdoarei (ou muito dificilmente o farei) é porque sabes que será díficil dar o meu perdão. Agiste como um perfeito otário, e o pior foi a falta de razão. Não consigo nem quero perdoar-te agora.

Ainda sinto demasiada mágoa e raiva por ti, e a verdade é que, por mais que por vezes bata alguma saudade e preocupação, apercebo-me que estou bem melhor agora, sem ti... Longe de ti e das tuas amarras.

Pode ser que um dia este sentimento passe e que resolva responder-te directamente, e quem sabe até perdoar-te. Por enquanto as minhas palavras ficarão aqui... perdidas!

Nesta semana tem sido isto...

 

The 5 stages of grief are:

1º- Denial

2º- Anger

3º- Bargaining

4º- Depression

5º- Acceptance

 

No meu caso isto traduziu-se mais ou menos como:

 

1º "Vou arranjar maneira de pensar em ir rápido a lisboa para conversar e ficará tudo bem, novamente..."

2º "Porra, será que este gajo está parvo, deve estar a gozar comigo só pode... grandessíssimo cabrão!"

3º " Ficas aqui comigo hoje, amanhã logo se vê.. pode ser pode?! não... oh anda lá..."

4º "É agora que posso morrer?! Sério, porque não, já que não valho mesmo nadinha... puta que pariu mais a sorte na minha vida que teima em não me acompanhar!"

5º " Pronto,ok... Life is life, let's moove on. Amigos à mesma certo?! Certo"

 

Invertia era ali a ordem entre o 3 e 4.

Não somos almas gémeas

Já ouvi falar vezes sem conta na história dos opostos se atrairem... A verdade é que é muito mais giro ouvir falar do que encontrar-me nessa posição de estar a desenvolver uma relação amorosa com alguém tão diferente de mim.

Começando pelo princípio, aquelas pequenas coisas que não damos muita importância, mas que na verdade fazem mossa.

É o eu adorar sair e divertir-me com os amigos, ele ser mais um nenino de ficar por casa...

É o eu adorar falar com toda a gente com quem tenha o mínimo de intimidade sobre qualquer assunto (sex very included) e ele ser daqueles que não comenta com niguém (limita-se a ir fazendo, maravilhosamente, verdade seja dita)...

É o eu gostar de, de vez em quando (saidas principalmente) gostar e apanhar a verdadeira chiba/buba/tolada/bebedeira e ele ser um menino que não gosta de beber quase nunca...

É o eu amar verdadeiramente quando há a possibilidade de poder sentir um aroma daqueles (sim, adoro o aroma daquelas coisas que fazem rir e há pessoas com quem convivo que até fumam de vez em quando) e ele detestar que eu diga coisas destas, quantomais se me der na cabeça de aceitar(raramente, muito raramente garanto)...

É o eu acharque posso, de quando em vez,responder ou dizer algo a pessoas do passado e isso resultar numa tempestade porque isso ainda o magoa...

É o eu ser como sou, não gostar minimamente da ideia de mudar certas coisas por ele,mas que sei que se for para dar certo, tenho de dar o braço a torcer!

É o saber que não iria gostar nada de saber que ele possa flirtar com outras raparigas, coisa que eu faço (ou fazia) mesmo que esse flirt não passasse de umas simples piadas. (sim, digam o que disserem toda a gente passa por aqueles milesimos de segundos em que pensa "ai se eu fosse solteira", mas que logo a seguir lembra-se das coisas boas e não se mete em tolices)

É o eu não achar mais necesidade de pegar no que já lá vai e meia volta o rapaz lá se lembra do que não deve...

 

Com tudo isto, e sabendo eu que sou uma menina de personalidade difícil, fico com a seguinte questão na cabeça:

Mudar sim, mas até que ponto?!

 

 

São diferenças que por vezes se revelam bastante acentuadas e que nos levam amomentos mais tensos mas a verdade é que isto de aprender um com o outro dá-me prazer, vale tanto a pena... quando esquecemos todas essas diferenças damo-nos tão bem que às vezes eu própria olho para dentro do meu eu e pergunto-me como é sequer possível!

A resposta encontro naquele sorriso que me tira do sério, aquele olhar maroto, aquele corpito niiiice (que agora infelizmente emagreceu mais um pouco), naquelas mãos perfeitas que parecem ter sido esculpidas para mim... Ui, enfim.

Não é o homem mais bonito do mundo (nem queria que fosse) mas é um homem formidável...

 

(foto da net)

 

 

Volto depois.

 

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